PS: Défice é “bofetada sem mão” a certos analistas e políticos… como Dijsselbloem

  • Lusa
  • 24 Março 2017

O presidente do PS, Carlos César, disse que o défice de 2,1% em 2016 é uma "bofetada sem mão" a alguns analistas e decisores políticos. Incluindo a Jeroen Dijsselbloem, o presidente do Eurogrupo.

O PS considerou hoje que o valor do défice em 2,1% em 2016 representa “uma bofetada sem mão” a analistas e decisores políticos externos e uma “vitória” do Governo em relação aos “maus agoiros” da oposição interna.

Esta posição foi transmitida em conferência de imprensa pelo líder parlamentar do PS, Carlos César, depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter divulgado que o défice orçamental ficou nos 2,1% do PIB no ano passado, em linha com o previsto pelo Governo e um valor que abre caminho ao fim do Procedimento por Défices Excessivos (PDE).

Perante os jornalistas, o presidente do PS congratulou-se com os “resultados excecionais da gestão orçamental” do Governo, tanto mais que essa meta foi num difícil “enquadramento externo e da economia portuguesa”.

“Este resultado evidencia um mérito muito elevado na gestão das nossas finanças públicas e contribui de forma muito significativa para a nossa credibilidade no plano externo. Pode dizer-se que é uma bofetada sem mão a alguns analistas e decisores políticos externos, como, por exemplo, ainda recentemente, o presidente do Eurogrupo [Jeroem Dijsselbloem]”, disse.

Ainda de acordo com Carlos César, o resultado do défice representa também uma “vitória em relação aos maus agoiros da oposição interna, que desconsiderou a gestão orçamental do atual Governo”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

PS: Défice é “bofetada sem mão” a certos analistas e políticos… como Dijsselbloem

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião