Revista de imprensa internacional

A diplomacia está em alta. Na Europa discute-se o Brexit, sendo que o plano inicial da UE passou sem críticas. Na ONU discutem-se sanções à Síria numa altura em que os EUA visitam Moscovo.

A Uber parece não conseguir enterrar as polémicas que têm afetado a reputação da empresa nas últimas semanas. A última novidade é mais uma demissão entre os gestores do topo da startup. A responsável pela comunicação demitiu-se, mas não apresentou as suas razões. O cenário internacional é dominado pelo Brexit, Síria, Rússia, Estados Unidos e uma surpresa vinda de Obama: cerca de quatro meses depois de ter saído, o primeiro afro-americano a chegar à presidência dos EUA fará uma aparição pública ao lado de Merkel.

CNN

Mais uma baixa na Uber

O presidente executivo da empresa anunciou mais uma saída, desta vez da responsável pela comunicação. Travis Kalanic, o líder da Uber, revelou que Rachel Whetstone iria abandonar a empresa avaliada em 68 mil milhões de dólares, juntando-se à lista de saídas registadas nas últimas semanas. Kalanic não revelou quais os motivos da saída, mas foram vários os problemas de comunicação registado num passado recente: desde conflitos com trabalhadores, a problemas de gestão e liderança e ainda as questões de assédio sexual dentro da empresa, Whetstone teve vários assuntos quentes nas suas mãos.

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Politico

Obama renasce das cinzas em maio

O ex-presidente dos Estados Unidos está a planear um regresso ao palco internacional no final de maio, altura em que vai encontrar-se com Angela Merkel na Alemanha para um painel sobre democracia. O painel, intitulado de “Being Involved in Democracy: Taking on Responsibility Locally and Globally” (Envolver-se na democracia: assumir responsabilidades locais e globais), vai ter lugar a 25 de maio. A visita de Barack Obama vai coincidir com uma ronda de viagens de Donald Trump, o atual presidente dos Estados Unidos, na Europa. Também a 25 de maio, Trump estará numa cimeira da NATO em Bruxelas.

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The New York Times

Tillerson inicia viagem tensa a Moscovo

Os Estados Unidos já têm a confirmação de que as armas químicas foram utilizadas pelas forças de Bashar Al-Assad, na Síria. E acusam os russos de encobrir o ataque ao tentar confundir a comunidade internacional sobre a responsabilidade do Governo sírio no caso. É neste cenário que Rex Tillerson, o secretário de Estado norte-americano (responsável pela relações internacionais) visita esta quarta-feira Moscovo, depois de Donald Trump dar a entender não quer a sua imagem colocada à de Vladimir Putin. Em Itália, esta terça-feira, Tillerson foi direto: o regime sírio “vai chegar ao fim” e a Rússia corre o risco de se tornar irrelevante no Médio Oriente se continuar a apoiar Bashar Al-Assad. O Conselho de Segurança da ONU vota esta quarta-feira sanções à Síria.

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Bloomberg

Plano do Conselho Europeu para o Brexit reúne apoio

A estratégia preparada pelo Conselho Europeu, liderado pelo polaco Donald Tusk, para negociar a saída do Reino Unido da União Europeia reuniu o apoio dos Estados-membros. Este foi o resultado da primeira reunião dos diplomas dos vários países europeus esta terça-feira, a primeira depois de ter sido acionado o Artigo 50. Segundo fontes diplomáticas, a linguagem forte usada por Tusk foi apreciada pelos diplomáticos. Para já não haverá alterações à linha que diz que não há acordo com o Reino Unido sobre Gibraltar sem a concordância de Espanha.

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The Guardian

Imposto baixo de Trump poupa 300 mil milhões a multinacionais

A consultora Oxfam estima que as 50 maiores multinacionais norte-americanas vão poupar 300 mil milhões de dólares se Donald Trump reduzir o imposto aplicado ao repatriamento de lucros para os Estados Unidos. A ideia da nova administração é promover a importação dos lucros das grandes empresas — muitos deles ‘guardados’ em offshores — para que esse dinheiro seja investido nos EUA. Atualmente a taxa é de 35%, mas Trump quer diminuir para 10%. No total, em 2015, segundo a Oxfam, as 50 maiores empresas norte-americanas detinham 1,6 biliões de dólares fora dos EUA.

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