Primeiras conclusões do inquérito à CGD conhecidas na segunda

  • Lusa
  • 29 Junho 2017

As primeiras conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a recapitalização e gestão da CGD serão reveladas no arranque da próxima semana.

As primeiras conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a recapitalização e gestão da Caixa Geral de Depósitos vão ser conhecidas na próxima segunda-feira, dia 3 de julho, aprovaram hoje os deputados, por unanimidade.

Na Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e à Gestão do Banco, os deputados aprovaram por unanimidade um novo calendário que prevê o prolongamento dos trabalhos da comissão por mais quinze dias do que o inicialmente previsto: até 18 de julho.

Assim, o deputado Carlos Pereira (PS) terá de entregar até à próxima segunda-feira, dia 03, o relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito, contendo as primeiras conclusões dos deputados sobre a gestão e recapitalização do banco público.

Os deputados terão depois até dia 10 para apresentar propostas de alteração ao relatório preliminar, ficando Carlos Pereira responsável por entregar a versão final do documento no dia 14, para que no dia 18 seja votada.

O deputado social-democrata Costa Neves explicou que o PSD votou favoravelmente o novo calendário para “permitir operacionalidade” aos trabalhos, mas afirmou que isso não significa que concorde com o fecho dos mesmos.

“Entendemos que não foram obtidas as clarificações necessárias; estão pendentes diligências que permitiam essa clarificação”, disse.

A comissão de inquérito vai debruçar-se sobre a gestão do banco público desde o ano 2000, culminando no processo de recapitalização de cerca de 5.000 milhões de euros, aprovado entre o Governo português e a Comissão Europeia, depois de a CGD ter apresentado um prejuízo histórico de 1.859 milhões de euros em 2016.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Primeiras conclusões do inquérito à CGD conhecidas na segunda

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião