5 coisas que vão marcar o dia

Reunião do BCE sobre política monetária, discussão sobre economia no Parlamento e resultados das cotadas em Lisboa vão marcar o dia.

Na Zona Euro, as atenções estão viradas para o BCE. Em Portugal, o foco vai para o debate sobre emprego e economia, no Parlamento, isto quando continuam as apresentações de resultados das cotadas da bolsa de Lisboa. Atenção ainda ao fim do prazo dado aos credores da Oi para escolherem o modo de pagamento dos montantes em dívida.

Parlamento debate economia e emprego

A sessão plenária desta quinta-feira terá como temas, de acordo com a marcação dos social-democratas, a economia e o emprego. As últimas estimativas divulgadas pelo INE revelaram que o desemprego português caiu para os 7,9% em janeiro. Por outro lado, a economia conquistou o seu maior crescimento desde 2000, tendo o PIB aumentado 2,7% no último ano — ainda assim, o nono menor crescimento da União Europeia. O principal motor dessa expansão foi a aceleração do investimento.

BCE decide sobre juros

O Banco Central Europeu vai reunir-se, esta quinta-feira, para debater a política monetária europeia. Depois do encontro, Mario Draghi responderá às perguntas dos jornalistas, pelo que os mercados deverão estar expectantes. O BCE publicará, no mesmo dia, as suas projeções macroeconómicas para a Zona Euro.

Mais resultados, agora da Altri

Esta quinta-feira, a Altri vai apresentar as suas contas relativas ao último ano. Segundo as estimativas dos analistas da CaixaBI, a empresa co-liderada por Paulo Fernandes terá fechado 2017 com um resultado líquido de 92 milhões de euros, o que representa um aumento de 18,2% face ao ano anterior. A gigante da pasta de papel terá terminado o ano com receitas de 653,2 milhões de euros, mais 6,5% do que em 2016.

Oi: Chega ao fim o prazo dos credores

O prazo disponibilizado aos credores da Oi para escolherem uma das opções de pagamento dos montantes em dívida chega ao fim. O prazo inicial foi prorrogado, sendo que esta data é importante para estes investidores já que caso essa escolha não seja feita, perderão a totalidade do investimento. Esta é uma ação que surge no âmbito do plano de recuperação da operadora brasileira — que tem a Pharol como maior acionista –, que se vê a braços com uma dívida próxima de 16 mil milhões de euros.

Trabalhadores da CGD na COFMA

O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo Caixa Geral de Depósitos, João Fernandes Lopes, vai esta quinta-feira à Assembleia da República ser ouvido pela Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, após a sessão plenária. No final do último mês, o banco público anunciou que vai abrir um programa de rescisões amigáveis, ainda este ano. Trata-se de um novo plano de rescisões por mútuo acordo, que inclui o fecho de mais balcões.

 

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