Comissões aceleram lucros do Atlântico Europa

Aumento do comissões compensou queda da margem financeira do Atlântico Europa, que lucrou 5,1 milhões no primeiro semestre. Fundo de Resolução e imposto extraordinário travam lucros.

O aumento das comissões mais do que compensou a quebra da margem financeira do Atlântico Europa no primeiro semestre do ano, período durante o qual o banco registou uma subida de mais de 40% do lucro.

O Atlântico Europa fechou a primeira metade do ano com os resultados líquidos a subirem 43% para 5,1 milhões de euros, o que compara com o lucro de 3,6 milhões no mesmo período de 2017. O produto bancário avançou 17% para quase 16 milhões de euros, numa evolução que resulta essencialmente do aumento das receitas com comissões (+38% para 8,6 milhões de euros), que mais do que compensou a queda da margem financeira (-9% para 5,5 milhões de euros).

A contribuição para o Fundo de Resolução também travou os resultados do banco liderado por Diogo Cunha, penalizando a rubrica “Outros Resultados de Exploração” com uma perda de um milhão de euros. Assim como penalizou o Imposto Extraordinário para o Setor Bancário que ascendeu a 2,2 milhões de euros.

Já no que toca à evolução do ativo, o banco destaca a redução do crédito a clientes em 12% para 77 milhões de euros, “resultado de uma política conservadora do Atlântico Europa na concessão de crédito e de uma estratégia que privilegia a atividade transacional”.

A instituição sublinha ainda a estabilização dos custos de funcionamento nos 6,9 milhões de euros.

O Atlântico Europa nasceu em 2009, marca lançada em Portugal pelo Banco Privado Atlântico, agora Millennium Atlântico, onde o BCP é acionista.

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