Investimento em reabilitação e revitalização urbana atinge 184 milhões de euros

Projetos assinados ao abrigo de um instrumento do programa de fundos comunitários vão realizar-se em 15 concelhos. A maioria tem como finalidade a reabilitação para negócios.

Já foram assinados 42 contratos de investimento de investimento até outubro, ao abrigo do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbana (IFRRU) 2020, que totalizam 184 milhões de euros.

Numa nota do gabinete do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, no dia em que se realiza o encontro anual do IFRRU2020, é detalhado que os 42 contratos assinados correspondem a projetos a realizar em 15 concelhos: Águeda, Lousã, Silves, Aveiro, Trofa, Braga, Odemira, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Porto, Coimbra, Lisboa, Elvas, Faro e Funchal.

Este valores correspondem a um aumento de 61% no número de contratos assinados até ao início de agosto. Nessa altura estavam em causa 26 contratos, num total de 123 milhões de euros, distribuídos por 11 concelhos.

Águeda, Lousã e Silves são os três concelhos que se estreiam com projetos financiados por este instrumento financeiro que mobiliza as dotações aprovadas pelos programas operacionais regionais do continente e das regiões autónomas e do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

Às dotações do IFRRU 2020 acrescem montantes provenientes de instituições financeiras europeias: o Banco Europeu do Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa. No total estão disponíveis 1.400 milhões de euros, que se prevê que gerem um investimento de cerca de dois mil milhões de euros.

O Ministério do Ambiente revela ainda que dos contratos assinados, 25 têm por finalidade a reabilitação dos imóveis para atividade económica, 14 a habitação (venda ou areamento), dois a área social e um a utilização coletiva.

Para além dos contratos já assinados, estão no pipeline 225 candidaturas a serem analisadas, que correspondem a um investimento de 604 milhões de euros. A dimensão do pipeline reduziu substancialmente face ao início de agosto. Fonte oficial do Ministério do Ambiente tinha avançado ao ECO, que, a 30 de junho, “as intenções de investimento no pipeline” deste instrumento financeiro eram “682, com um montante de investimento de 1,9 mil milhões de euros”.

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