Hoje nas notícias: IMI, tribunais e Montepio

  • ECO
  • 16 Novembro 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O Partido Socialista admite que as propostas do PCP e do Bloco de Esquerda, quanto à subida adicional do IMI, não terão a sua aprovação. Já as medidas contra as amnistias fiscais — defendidas pelo Bloco — estão a pressionar o PS, sendo que a sua aprovação ainda não é certa. Eduardo Catroga, por sua vez, critica a influência dos bloquistas no Governo e atribui-lhes culpa pela economia não ter crescido tanto. Quanto ao Montepio, as eleições estão à porta, mas os associados já podem votar por correspondência.

PS trava subida adicional do IMI

Os socialistas dizem que, no imobiliário, vão admitir apenas propostas de correção. Quanto à criação de um novo escalão e ao agravamento do AIMI, proposta apresenta pelo PCP e Bloco de Esquerda, os socialistas vão dizer não. Relativamente às propostas por parte do PSD, João Paulo Correia, responsável socialista para a área das finanças, refere que as portas estão abertas. Esta sexta-feira, o PS apresenta no Parlamento as suas propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2019. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

 

Medidas contra as amnistias fiscais tem apoio no Fisco e pressionam PS

O Bloco de Esquerda quer que o Banco de Portugal (BdP) seja obrigado a enviar ao Fisco todas as declarações de regularização tributária dos contribuintes que beneficiaram das três amnistias fiscais aprovadas pelos Governo de José Sócrates e Pedro Passos Coelho. Contudo, apesar de a medida ter sido defendida por António Costa, a sua aprovação não é certa. Ainda não se sabe se a alteração do Orçamento do Estado proposta pelo BE vai passar no Parlamento, na especialidade, na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa. Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Tribunais a meio-gás durante dois meses. Juízes temem acumulação de atrasos

A greve a tempo parcial dos funcionários judiciais, que dura desde 5 de novembro, está a causar forte perturbações nos tribunais e, segundo a Associação Sindical dos Juízes Portugueses, caso se prolongue, como está previsto por mais mês e meio, a situação vai agravar-se muito mais. A partir desta sexta-feira passará a decorrer em simultâneo uma paralisação regional. A greve a tempo parcial já está a reduzir em cerca de quatro horas o funcionamento diário dos tribunais. Basta “multiplicar” pelos muitos dias que faltam até ao fim de dezembro para perceber a gravidade da situação, diz a secretária-geral da associação sindical. Leia a notícia completa em TSF (acesso livre).

“As empresas não podem ser objeto de medidas discriminatórias”

Eduardo Catroga, ex-ministro e membro do Conselho Geral da EDP, critica políticas que considera que criam desconfiança aos investidores. “As empresas não podem ser objeto de medidas discriminatórias só para sacar mais dinheiro”, refere. Além disso, condena ainda a influência do Bloco de Esquerda no Governo. “Sem a influência negativa da esquerda radical, a economia devia ter crescido muito mais”, diz. Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Corrida ao Montepio na reta final

As eleições da Associação Mutualista Montepio estão à porta, dia 7 de dezembro, mas os milhares de associados já podem votar por correspondência. Os três candidatos assumem grandes desafios pela frente, caso cheguem à liderança da mais antiga e maior instituição mutualista portuguesa. Para António Godinho, “o que se passa na instituição em termos de salários é pornográfico”. Já Ribeiro Mendes refere que nunca sentiu, do lado do ministério, “qualquer capacidade de aconselhamento e de supervisão”. Tomás Correia, também candidato, considera, por sua vez, que “uma má negociação das novas regras mutualistas pode levar ao fim da associação”. Leia a notícia completa no jornal i (acesso pago).

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