Metro quer chegar às Amoreiras e a Campo de Ourique

  • ECO
  • 21 Novembro 2018

O presidente do Metropolitanode Lisboa quer expandir a linha vermelha até Campo de Ourique. Para já, vai pedir autorização à tutela.

O Metro de Lisboa poderá chegar às Amoreiras e a Campo de Ourique. A pretensão é do presidente do Metropolitano de Lisboa, Vitor Domingues dos Santos que a curto prazo vai pedir autorização ao Governo para arrancar com o projeto, escreve o Público (acesso condicionado), na edição desta quarta-feira.

O plano passa por expandir a linha vermelha, ligando a estação de S. Sebastião a Campo de Ourique, estando prevista uma estação nas Amoreiras.

Numa primeira fase, Vitor Domingues dos Santos irá pedir ao ministério do Ambiente, que detém a tutela da empresa, para começar o projeto em engenharia, a ser elaborado no ano que vem. A seguir “com os fundos de 2020”, espera-se que haja condições para avançar com o novo alargamento da rede.

“Acho que todos os lisboetas gostariam de ver o metropolitano em Campo de Ourique”, diz o gestor.

O gestor considera ainda que o metro “está atrasado em relação à cidade“.

A expansão da linha vermelha ficou em standby depois de ter sido anunciada a opção de ligação ao Cais do Sodré. Quanto às novas estações da Estrela e Santos deverão estar prontas em 2023 ou 2024. Vitor Domingues dos Santos diz a este propósito que “para já não prevemos a expropriação de nenhum privado, mas podemos sempre necessitar de chegar a acordo com algum. Um acordo de expropriação parcelar”.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Metro quer chegar às Amoreiras e a Campo de Ourique

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião