Portos nacionais movimentam mais 4,3% de carga até fevereiro. Lisboa regista quebra

Nos dois primeiros meses do ano, foi movimentada mais carga nos portos nacionais do que no mesmo período do ano passado. Em Lisboa, a tendência foi inversa e registou-se uma quebra.

As águas estão agitadas nos portos nacionais. Estes movimentaram mais 4,3% de carga entre janeiro e fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, devido principalmente ao desempenho do porto de Sines. Por outro lado, em Lisboa a tendência foi negativa, com o porto da capital a registar uma quebra de mais de 200 mil toneladas.

Foram movimentadas 15,35 milhões de toneladas de carga pelo sistema portuário continental nos dois primeiros meses do ano, adianta a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) em comunicado. Este valor foi superior em 627 mil toneladas ao do período homónimo.

O porto de Sines foi um dos grandes responsáveis por este resultado, onde a carga movimentada viu um acréscimo de mais de 740 mil toneladas. Em conjunto com o porto de Leixões, impulsionaram o desempenho dos portos nacionais, transportando maioritariamente carga contentorizada, carvão e produtos petrolíferos.

Os portos de Setúbal e Leixões registaram inclusive, neste período, “a melhor marca de sempre no segmento dos contentores”, setor onde se verificou um aumento de 10% em termos de desempenho global, indica a AMT. Já em Lisboa a movimentação de contentores caiu 11,2%.

No reverso da moeda, com desempenhos negativos, encontra-se os portos de Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro e Faro, cujas quebras não foram, no entanto, significativas o suficiente para desequilibrar a balança. A carga transportada contribuiu também para que o desempenho continuasse a ser positivo, sendo que a diminuição foi sentida nas movimentações de petróleo bruto, outros granéis sólidos e produtos agrícolas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portos nacionais movimentam mais 4,3% de carga até fevereiro. Lisboa regista quebra

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião