Secretária de Estado do Turismo nega atraso nos concursos para concessões de casinos

O gabinete da secretária de Estado do Turismo afirma que não existe nenhum atraso nos concursos, "uma vez que as primeiras concessões terminam no prazo de um ano e oito meses".

“Não existe qualquer atraso nos concursos relativos às concessões de casinos”, reagiu o gabinete da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, à notícia avançada esta segunda-feira pelo jornal Público que dá conta que o atraso no lançamento do concurso público internacional para as próximas concessões de três casino portugueses pode comprometer a atividade e o investimento futuro.

Numa nota enviada às redações, o gabinete da Secretária de Estado do Turismo afirma que não existe nenhum atraso, “uma vez que as primeiras concessões terminam no prazo de um ano e oito meses”.

Ao Público, Mário Assis Ferreira, presidente não executivo da Estoril-Sol, disse que “é preocupante que ainda não se saiba nada dos concursos”. O gestor apontou, também, para a necessidade de serem concursos internacionais “sujeitos a uma série de burocracias legais”, explicando, ainda, que existe a “promessa do Governo” de que os operadores seriam “consultados para contribuir com conhecimento para a elaboração do caderno de encargos, mas até agora nada aconteceu”.

o gabinete da Secretária de Estado do Turismo avança que o calendário está a ser cumprido. “Os concursos estão a ser preparados, estando a ser cumprido o calendário previsto para o seu lançamento atempado, não existindo qualquer atraso na programação”.

O prazo das atuais concessões dos casinos de Lisboa, Estoril (ambos atribuídos à Estoril-sol) e Figueira da Foz (da responsabilidade da Figueira Praia, participada da Amorim Turismo, chegam ao fim a 31 de dezembro de 2020. Já os casinos da Póvoa de Varzim, Espinho, Portimão, Vilamoura e Monte Gordo veem a atual concessão terminar apenas a 31 de dezembro de 2023, bem como os casinos de Tróia e Chaves.

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