Diretora-geral do Fisco nega conhecimento das operações Stop

  • ECO
  • 1 Junho 2019

Helena Borges, em declarações ao Jornal de Notícias e ao Público, fala pela primeira vez sobre a polémica e diz que não tinha conhecimento dos planos do diretor de Finanças do Porto.

A diretora-geral da Autoridade Tributária, Helena Borges, garante que desconhecia as operações-stop que a direção de impostos e a GNR estavam a realizar no distrito do Porto, com a consequente penhoras de carros a devedores. Helena Borges disse que soube das operações pela imprensa, quando já decorriam.

Em declarações ao Jornal de Notícias e ao jornal Público, a responsável máximo pelo Fisco disse que não teve conhecimento da ação previamente, e, até que nunca teve essa conversa com o diretor de Finanças do Porto.

Não conhecia o plano, nunca o diretor de Finanças do Porto discutiu o tema comigo, nem o partilhou ou submeteu a discussão em qualquer reunião do Conselho de Administração da Autoridade Tributária e Aduaneira. Tive conhecimento da ação, já em curso, através da Imprensa”, disse Helena Borges ao Jornal de Notícias.

Os dois jornais adiantam que, apesar de a diretora da AT alegar que não conhecia os planos, estes estavam descritos de forma explicita no Plano de Atividades da Direção de Finanças do Porto, citando inclusivamente “operações stop em estradas com grande fluxo de trânsito de forma a identificar veículos automóveis de devedores com vista à sua penhora ou apreensão”.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Diretora-geral do Fisco nega conhecimento das operações Stop

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião