Douro Azul eleita a melhor empresa de cruzeiros da Europa pela quinta vez

A Douro Azul voltou a ser premiada pela quinta vez como a melhor companhia de cruzeiros fluviais na Europa pelo World Travel Awards. A empresa transporta mais de 30 mil passageiros por ano.

A Douro Azul foi eleita, pela quinta vez, a melhor empresa de cruzeiros fluviais da Europa, na gala europeia dos World Travel Awards (WTA), que decorreu no passado fim de semana, no Funchal. A empresa portuguesa reforça o estatuto de líder no segmento de cruzeiros fluviais a nível internacional. Com uma frota de 12 navios hotel, a Douro Azul é o maior operador de cruzeiros no Douro recebendo nos seus navios mais de 30 mil passageiros por ano, que correspondem a um volume mais de 200 mil de dormidas.

Mário Ferreira, CEO da Mystic Invest Holding, empresa que detém a Douro Azul, considera que a distinção evidencia “o reconhecimento internacional do trabalho que temos vindo a desenvolver ao longo de 26 anos ao serviço do Douro e de Portugal”.

O empresário não deixa de reconhecer o esforço da equipa e partilhou o prémio com os colaboradores da empresa: “Estas distinções são possíveis pelo trabalho árduo das centenas de pessoas que, diariamente, prestam um serviço de elevada qualidade aos nossos hóspedes. Desde os diretores, aos cozinheiros, empregados de mesa, copeiros, camareiras, marinheiros e staff do escritório, este é um prémio que reconhece o trabalho e o empenho diário de toda uma equipa”, referiu.

Mário Ferreira reconheceu também a importância dos parceiros neste sucesso: “o sucesso da Douro Azul é também o sucesso dos nossos parceiros que estão connosco neste projeto. É também um prémio que queremos partilhar com toda a região do Douro, que com a sua riqueza paisagística e cultura, e com a simpatia das suas gentes, tornam tudo isto possível”.

Este prémio é atribuído num ano em que a empresa-mãe da Douro Azul, a Mystic Invest Holding, reforça a sua estratégia de internacionalização com o crescimento para um novo setor dos cruzeiros, com o lançamento da Mystic Cruises, empresa dedicada a cruzeiros oceânicos em destinos como a Antártida, o Ártico ou os Fiordes da Noruega.

“A Mystic Invest é já o terceiro maior operador de cruzeiros fluviais do Mundo. Com a Douro Azul e a Nicko Cruises, transportamos perto de 100 mil passageiros em mais de 15 destinos que ligam o Porto a Shanghai. É um mercado que conhecemos bem, e onde queremos continuar a crescer e a afirmarmo-nos como líderes do setor”, referiu Mário Ferreira, projetando também o grupo com a entrada no mercado do cruzeiros oceânicos: “com o lançamento do World Explorer, o primeiro paquete construído em Portugal, abrimos novos horizontes para o grupo. O setor de cruzeiros de expedição tem um elevado potencial e partilha várias características com os cruzeiros fluviais, nomeadamente o caráter mais intimista dos navios e dos programas”.

A Mystic Invest Holding abriu no início deste ano, escritórios nos EUA para reforçar a presença no mercado norte-americano, tendo anunciado mais cinco novos navios de cruzeiro oceânicos para os próximos anos, e o reforço da frota no Douro. A empresa anunciou recentemente a entrada no seu capital da Certares, fundo norte-americano de investimento especializado no setor de cruzeiros.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Douro Azul eleita a melhor empresa de cruzeiros da Europa pela quinta vez

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião