Revolut quer angariar 1,5 mil milhões de dólares para financiar expansão mundial

O ambicioso plano de expansão da Revolut deverá também passar por uma nova angariação de capital de até 1,5 mil milhões de dólares, depois doa cordo com a Visa para chegar a 24 novos países.

Nikolay Storonsky fundou a Revolut em Londres há quatro anos.Kimberly White/Getty Images for TechCrunch/Flickr

A Revolut está a tentar angariar até 1,5 mil milhões de dólares para financiar um ambicioso processo de expansão mundial, depois de se ter associado à Visa para lançar o banco digital em 24 novos países. A aplicação bancária com origem no Reino Unido está presente em Portugal desde o final de 2017.

De acordo com a Sky News, que avançou a notícia, a operação está a ser montada pelo banco JP Morgan e está dividida em duas parcelas: um aumento de capital no valor de 500 milhões de dólares e um empréstimo no valor de 1.000 milhões de dólares. Segundo o Financial Times (acesso pago), esta dívida é convertível em capital caso a Revolut consiga obter licença bancária nos EUA.

A empresa fundada por Nikolay Storonsky tem vindo a ganhar popularidade junto do público mais jovem, por fornecer uma conta bancária e um cartão pré-pago livre de comissões. O serviço tem já oito milhões de clientes em todo o mundo e, em janeiro, garantia ter 100 mil utilizadores em Portugal.

Se a Revolut conseguir fechar esta angariação de capital, significa que captou mais de 2.000 milhões de dólares em financiamento desde o lançamento da startup em 2015. No entanto, apesar de ter aumentado as receitas em 354% para 65,5 milhões de euros no ano passado, viu os prejuízos mais do que duplicarem, tendo registado um resultado líquido negativo de 37 milhões de euros.

Correção: Em fevereiro, a Revolut garantia ter 100 mil utilizadores em Portugal. Uma versão anterior deste artigo referia 20 mil.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Revolut quer angariar 1,5 mil milhões de dólares para financiar expansão mundial

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião