Revista de imprensa internacional

O HSBC foi multado nos EUA em 192 milhões por ajudar os clientes a esconderem dinheiro do fisco. A Inditex alcançou vendas recorde e no Reino Unido faz-se contas às sondagens para as eleições.

Em destaque na imprensa internacional está o HSBC que vai pagar uma multa de 192 milhões de dólares nos EUA, onde admite que ajudou os clientes americanos a esconderem mais de mil milhões de dólares em ativos do fisco. Em Espanha, as vendas da Inditex bateram um recorde. Ao mesmo tempo, a dois dias das eleições gerais no Reino Unido, uma sondagem do YouGov dá uma vitória mais magra de Boris Johnson do que há duas semanas.

Financial Times

HSBC multado nos EUA por esconder riqueza dos clientes

O HSBC vai pagar uma multa de 192 milhões de dólares nos EUA por ter ajudado os clientes norte-americanos a esconderem mais de mil milhões de dólares em ativos do fisco, isto depois de um acordo feito com o Departamento de Justiça. O acordo foi anunciado esta terça-feira e coloca um ponto final numa investigação que dura há anos e que teve na mira as atividades da subsidiária na Suíça entre 2000 e 2010. “O HSBC Switzerland conspirou com os clientes americanos no sentido de ocultar ativos no exterior e sonegar impostos que todo os americanos devem pagar”, disse Stuart Goldberg, do Departamento de Justiça.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

El País

Vendas da Inditex batem novo recorde: 19.820 milhões de euros

A Inditex, dona de marcas como a Zara, Massimo Dutti ou Pull and Bear, fechou os primeiros nove meses deste ano com vendas que atingiram os 19.820 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 7,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A puxar a faturação está a Zara, responsável por 70% das vendas do grupo. Relativamente ao terceiro trimestre, o grupo liderado por Pablo Isla, alcançou os 7.000 milhões em vendas, representando um crescimento de 9,2% face ao período homólogo.

Leia a notícia completa no El País (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Cinco Días

Airbus converte fábrica em Albacete em peça-chave para os seus helicópteros

Apesar de ser mais conhecida pela produção de aviões comerciais, a Airbus tem também uma gama de helicópteros. Desde 2014, data em que foi aplicado um plano de transformação, que a fábrica da Airbus em Albacete, Espanha, se tornou de uma peça fundamental na produção destes equipamentos. “Antes deste plano faziam-se as mesmas peças em várias fábricas e o que se decidiu foi especializar cada fábrica na produção de uma só parte”, afirma Sara Corchete, diretora de Industria de Airbus Helicopters Espanha, acrescentando que a ideia é “encurtar o tempo desde que se pede o veículo até ao momento que se entrega, para reduzir custos e ser mais flexíveis e resistentes ao mercado”.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Bloomberg

Sondagem dá vitória mais curta a Boris Johnson

A dois dias das eleições gerais do Reino Unido, uma nova sondagem do YouGov revela que a vantagem dos Conservadores diminuiu para menos de metade, face a uma outra sondagem que a mesma empresa fez há duas semanas. A sondagem mostra que os Tories, liderados por Boris Johnson, vão conseguir 339 dos 650 lugares na Câmara dos Comuns. Por outro lado, o partido Trabalhista, liderado por Jeremy Corbyn, sentará 231 deputados no parlamento britânico.O Partido Nacional Escocês (SNP) e os Liberais Democratas, terão 41 e 15 deputados, respetivamente. Isto significa que Boris poderá, considerando os deputados dos partidos mais pequenos, ter uma vantagem de 28 lugares no parlamento, face à de 68 lugares prevista há duas semanas.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

Reuters

Parlamento israelita aprova novas eleições

Os deputados israelitas aprovaram esta quarta-feira, em primeira leitura, um projeto-lei que abre portas para a realização de novas eleições. Caso não haja acordo até às 00h00 (22h00 em Lisboa) desta quarta-feira Israel irá para eleições, no próximo dia 2 de março. São as terceiras em menos de um ano. Apesar de os diversos esforços para terminar com o impasse político em que o país está mergulhado, nem o partido de direita Likud, do primeiro-ministro Netanyahu, nem o partido azul e branco, centrista, liderado pelo rival Benny Gantz, conquistaram assentos suficientes no parlamento para uma maioria governamental nas duas eleições anteriores.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

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