Capital Verde do ECO fez o “opening bell” da Bolsa de Lisboa

  • ECO
  • 26 Janeiro 2020

Esta segunda-feira, o toque do sino que marca o arranque da negociação na Bolsa de Lisboa foi feito pelo ECO, que lançou um projeto editorial dedicado à Economia verde e às Finanças sustentáveis.

Esta segunda-feira, 27 de janeiro, nasceu um novo título de comunicação social em Portugal: o Capital Verde by ECO. Neste dia, o toque do sino na cerimónia de opening bell, que marca a abertura do mercado na Euronext Lisbon, foi protagonizado pelo lançamento do jornal online Capital Verde, num evento que contou com a presença do ministro do Ambiente e Ação Climática, João Matos Fernandes, e de empresas parceiras do projeto.

O Capital Verde é um novo espaço editorial especializado, dedicado à Economia verde e à sustainable Finance. Integra conteúdos jornalísticos que obedecem a exigentes critérios editoriais de independência, transparência e rigor, num projeto virado para a transição climática, inovador no panorama da comunicação social em Portugal.

No evento esta segunda-feira estiveram presentes, além do ministro do Ambiente e Ação Climática João Pedro Matos Fernandes, Isabel Ucha, CEO da Euronext Lisbon e Gabriela Figueiredo Dias, presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Os setores empresarial e financeiro também compareceram no opening bell, com as presenças de António Mexia da EDP, Miguel Maya do BCP, Rodrigo Costa da REN e João Bento dos CTT. O administrador do Banco de Portugal Luís Laginha de Sousa, João Alves, country managing partner da EY, e Pedro Rebelo de Sousa, managing partner e fundador da SRS Advogados, estiveram igualmente na cerimónia do toque do sino.

O projeto editorial Capital Verde inclui desde já um
site (www.eco.sapo.pt/capital-verde), uma newsletter semanal e ainda uma programação de eventos/fóruns que terão lugar ao longo do ano.

O Capital Verde é um projeto digital com notícias, análise e opinião, especializado nos temas relacionados com as várias transições em curso — climática, energética e circular — que estão a ocorrer em Portugal e no mundo, na sociedade, na economia e no setor financeiro.

“Para o ECO, o jornalismo deve ser parte dessa mudança, assumindo o seu papel: mostrar a realidade, dar espaço à análise e à opinião dos especialistas e dos agentes dessa mudança”, sublinhou António Costa, publisher do ECO.

O Capital Verde é coordenado por Bárbara Silva, jornalista especializada nas áreas relacionadas com políticas públicas e estratégias empresariais de energia, ambiente, combustíveis, descarbonização, transição energética e mobilidade elétrica.

No portefólio do ECO, o Capital Verde vem juntar-se em 2020 às revistas Advocatus e Pessoas, e também ao mais recente projeto ECO Seguros, reforçando o alargamento de títulos e marcas especializadas, iniciado em 2017.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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