Emirates está a recrutar tripulação de cabine em Lisboa, Porto e Coimbra

Companhia área está a recrutar tripulantes de cabine. Os open days decorrem de 15 a 20 de março nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra.

A Emirates volta a aterrar em Portugal. Vai realizar três dias de open days na cidade de Lisboa, Porto e Coimbra com a missão de recrutar tripulantes de cabine. O primeiro open day realiza-se no dia 15 de março em Lisboa, no Lisbon Marriot Hotel, o segundo acontece no dia 18 no Porto Palácio Hotel e terceiro dia 20 no Tivoli, em Coimbra. Ambos têm início marcado para às 9h00.

Para participar, os candidatos apenas precisam de comparecer num dos open day e levar consigo um currículo atualizado em inglês, bem como uma fotografia recente. Apesar de não ser obrigatório, os candidatos são aconselhados a preencher um formulário online no site de carreiras do Emirates Group antes de participarem no evento.

Outra das exigências da companhia aérea com sede no Dubai é que os participantes tenham, pelo menos, 21 anos no momento de inscrição, bem como um alcance de braço de 212 centímetros quando estão em ponta dos pés. Os candidatos pré-selecionados serão posteriormente informados dos horários para novas avaliações e entrevistas.

De acordo com a empresa, os selecionados irão beneficiar de “uma série de vantagens”, desde o pacote salarial a um rendimento livre de impostos, uma casa moderna gratuita no Dubai para partilhar, transporte gratuito de ida e volta para o trabalho, cuidados de saúde assegurados, até aos descontos especiais em compras e atividades de lazer na cidade.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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