ūüďĻ O que √© a recess√£o? Perguntou ao Google, n√≥s respondemos

√Č inevit√°vel: 2020 vai ser ano de recess√£o econ√≥mica e uma como j√° n√£o se v√™ h√° muito tempo. Mas o que √© uma recess√£o? O ECO responde.

“O Grande Confinamento” [The Great Lockdown]. Foi com esta express√£o que o Fundo Monet√°rio Internacional (FMI) apelidou a atual crise e assim dever√° ficar nos livros de hist√≥ria como uma das maiores recess√Ķes de sempre, ao lado da Grande Depress√£o de 1929. Mas o que define uma recess√£o? E de que tamanho ser√° esta? O ECO explica-lhe.

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O ECO decidiu rejeitar o apoio p√ļblico do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidia√ß√£o seguido, mesmo tendo em conta que servir√° para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e n√£o pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO prop√īs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte √† publica√ß√£o do diploma que formalizou o apoio em Di√°rio da Rep√ļblica. Quando um Governo financia um jornal, √© a independ√™ncia jornal√≠stica que fica amea√ßada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situa√ß√Ķes excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decis√£o sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em fun√ß√£o das suas prefer√™ncias.

A nossa decis√£o √© de princ√≠pio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes pol√≠ticos e econ√≥micos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a a√ß√£o governativa e a a√ß√£o da oposi√ß√£o, as decis√Ķes de empresas e de sindicatos, o plano de recupera√ß√£o da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de cr√©dito, porque as perguntas nunca foram t√£o importantes como s√£o agora. Porque vamos viver uma recess√£o sem precedentes, com consequ√™ncias econ√≥micas e sociais profundas, porque os per√≠odos de emerg√™ncia s√£o terreno f√©rtil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E √© por isso que o desafio a contribuir. J√° sabe que o ECO n√£o aceita subs√≠dios p√ļblicos, mas n√£o estamos imunes a uma situa√ß√£o de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo √© mais relevante neste momento.

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António Costa
Publisher do ECO

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