Fundación Jiménez Díaz certificado como “Hospital Seguro Covid-19”

  • Europa Press
  • 25 Maio 2020

O plano de desconfinamento do hospital madrileno foi aprovado pela AENOR com a certificação "Safe Protocol Against Covid-19".

Esta distinção, conferida pela AENOR, a entidade espanhola que certifica sistemas de gestão, produtos e serviços em todos os setores, reconhece este hospital como um “espaço seguro e saudável” para a sua equipa e doentes.

A Fundación Jiménez Díaz torna-se “pioneira nesta conquista ao nível regional e nacional em saúde pública” em Espanha, como referido em comunicado. Para conceder esta certificação, a empresa que realizou a auditoria desenvolveu uma análise exaustiva a todos os protocolos, procedimentos e medidas implementadas por este centro hospitalar para reduzir ao máximo o risco de contágio.

Focou-se, assim, no ambiente físico, segurança, higiene, distanciamento técnico, social, medidas organizacionais, monitorização de pessoal e controlo de acesso e condição física de doentes e familiares, e ainda o facto de ter sido possível retomar os serviços de assistência médica que disponibiliza a todos os pacientes, independentemente de serem ou não doentes Covid-19, num contexto seguro.

Além disso, enfatizaram que a taxa de infeção dos profissionais de saúde desta unidade se encontra abaixo da média da região e realizaram testes de anticorpos a todos os funcionários. Valorizou-se, ainda, a gestão realizada durante a crise, com camas sempre disponíveis – mais de 550; disponibilidade nos serviços de internamento, com cerca de 100 postos, bem como equipamento de proteção individual.

Em relação às medidas de desconfinamento, enfatizou-se que estas começaram “com um intenso trabalho de desinfeção e recuperação de todos os espaços de atendimento utilizados durante a pandemia; seguido por uma organização da coexistência de pacientes Covid positivo e negativo com circuitos de atendimento diferenciados e separados, medidas de proteção e segurança e disponibilidade de todos os equipamentos de proteção necessários”.

Regresso progressivo da atividade

Por fim, o hospital retomou progressivamente sua atividade de assistência de cuidados programada e sem atrasos, a qual nunca esteve totalmente paralisada durante a crise, isto porque houve sempre processos que precisaram de ser seguidos pessoalmente, dependendo da necessidade e urgência. Foram assim mantidos os serviços de Oncologia, Diálise e cirurgias urgentes.

A Fundación Jiménez Díaz referiu que a atribuição desta certificação garante a “confiança dos seus doentes, confirma o compromisso do hospital de Madrid na luta contra a Covid-19 e com segurança nos cuidados de saúde que disponibiliza neste novo contexto, mais exigente em termos de prevenção, limpeza, gestão eficaz e organização”. Garante ainda que se trata de um “incentivo para continuar a trabalhar na mesma direção para que qualquer pessoa com uma doença ou problema de saúde saiba que pode e deve receber cuidados num lugar seguro”.

Além desta unidade, outros três hospitais públicos geridos pela Quirónsalud em Madrid, os hospitais universitários Rey Juan Carlos (Móstoles), Infanta Elena (Valdemoro) e General de Villalba (Collado Villadba) também receberam esta certificação, convertendo estes quatro centros nos primeiros hospitais públicos de Espanha a conquistar a distinção e a ser avaliados como hospitais seguros no combate à Covid-19.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Fundación Jiménez Díaz certificado como “Hospital Seguro Covid-19”

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião