Lisboa segue ganhos da Europa. CTT somam quase 10% em duas sessões antes dos resultados

Lisboa acompanha a tendência positiva das praças europeias. Na praça nacional, a "estrela" da sessão são os CTT, que somam quase 10% nas últimas duas sessões, antes de apresentarem resultados.

A bolsa de Lisboa terminou a terceira sessão da semana no “verde”, acompanhando a maré de ganhos sentida na Europa. Na praça nacional, os ganhos são ligeiros, mas o grande destaque vai para os CTT que somam quase 10% nas últimas duas sessões, antes de prestarem contas ao mercado.

Na Europa, o Stoxx 600 valorizou 0,4%, enquanto o francês CAC-40 somou 0,8%, o britânico FTSE 100 avançou 1,1%, o alemão DAX ganhou 0,4% e o espanhol Ibex-35 subiu 0,2%. Lisboa acompanhou a tendência vivida na Europa, registando a terceira sessão consecutiva de ganhos. O PSI-20 avançou 0,41%, para 4.397, 93 pontos, com 12 das 18 cotadas em “terreno” positivo, uma inalterada e apenas cinco no “vermelho”.

Entre os “pesos-pesados”, as cotadas ligadas ao setor energético estão em destaque. As ações da EDP avançaram 0,60% para 4,396 euros, enquanto as da subsidiária EDP Renováveis ganharam 0,29% para 13,88 euros. Ao mesmo tempo, a Galp Energia somou 1,21% para 9,386 euros, acompanhando a tendência positiva registada no mercado petrolífero. O Brent, de referência europeia valoriza 3,62%, para os 46,04 dólares em Londres, tendo atingido esta quarta-feira a cotação mais elevada dos últimos cinco meses. Por outro lado, o WTI, em Nova Iorque, avança 3,91% para os 43,33 dólares.

Nota positiva ainda para o BCP, com os títulos do banco liderado por Miguel Maya a somarem 1,38% para 10,30 cêntimos. Mas as grandes estrelas das sessão foram mesmo os CTT e a Mota-Engil. As ações da empresa de correios ganharam 3,21% para os 2,57 euros, no dia em que apresentam resultados depois do fecho da bolsa. Nas últimas duas sessões os CTT registaram uma valorização de quase 10%. Já a construtora liderada por Gonçalo Moura Martins avançou 3,43% para os 1,2680 euros.

A impedir uma valorização mais expressiva do índice de referência nacional, estiveram as ações da Jerónimo Martins, que recuaram 0,17% para 14,305 euros, bem como as da Nos, que cederam 0,95% para 3,74 euros.

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