Há 4.868 novos casos de Covid-19 e morreram mais 87 pessoas. Recorde de internados em UCI

A DGS detetou 4.868 novos casos de infeção e morreram 87 pessoas nas últimas 24 horas, o segundo dia com mais óbitos. O número de internados nos cuidados intensivos voltou a bater um recorde.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) detetou 4.868 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, num dia em que há registo de 87 novas vítimas mortais provocadas pela Covid-19 em Portugal. Trata-se do segundo dia em que mais óbitos foram registados desde o início da pandemia, depois do recorde de 91 casos registado em meados de novembro.

O número de casos já confirmados desde o início da pandemia sobe, assim, para 290.706, enquanto o total de óbitos ascende a 4.363. Atualmente, há 80.068 pessoas a lutarem contra a doença provocada pelo novo coronavírus, uma redução de 2.048 depois de 6.829 pessoas terem sido dadas como recuperadas nas últimas 24 horas. O total de recuperados ascende agora a 206.275 pessoas.

A esmagadora maioria das pessoas infetadas está a ser medicamente seguida a partir do respetivo domicílio, mas o número de internados em unidades de cuidados intensivos voltou a bater um recorde. Dos 3.155 doentes internados (-53), 529 estão nos cuidados intensivos, uma subida de três face ao balanço anterior, e um máximo de sempre, continuando, deste modo, a verificar-se uma pressão significativa sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Boletim epidemiológico de 28 de novembro:

A região do Norte continua a ser a mais fustigada pela pandemia. Do total de casos, cerca de metade, 2.496, foi detetada nesta região do país, bem como 42 mortes. Lisboa e Vale do Tejo é a segunda região mais fustigada, com 1.313 novos casos e 29 novos óbitos a lamentar. O Centro registou mais 775 casos e 11 óbitos, enquanto o Alentejo destacou-se com 127 novos casos e quatro novas vítimas mortais da Covid-19.

Os dados da DGS dão ainda conta de uma redução de 228 pessoas no número de pessoas sob vigilância ativa, que são agora de 80.485. Estas pessoas estão a ser seguidas por terem estado em contacto com pessoas entretanto diagnosticadas com a doença.

(Notícia atualizada pela última vez às 14h26)

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