Portugal apenas recicla 33,9% das embalagens de plástico

Na UE, estima-se que 41,5% dos resíduos de embalagens de plástico foram reciclados em 2018. Portugal é o 9º país que menos o faz.

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira pelo Eurostat, Portugal apenas reciclou 33,9% dos resíduos de embalagens de plástico em 2018, o que o coloca nos últimos lugares da tabela entre os países da União Europeia. Apenas Malta, França, Hungria, Irlanda, Finlândia, Dinamarca, Áustria e Luxemburgo reciclam menos plástico do que Portugal.

Na UE, estima-se que 41,5% dos resíduos de embalagens de plástico foram reciclados em 2018. Em sete Estados-Membros da UE, mais da metade dos resíduos de embalagens de plástico gerados foram reciclados.

Em 2018, a maior taxa de reciclagem de resíduos de embalagens plásticas foi registada na Lituânia (69,3%), à frente da Eslovénia (60,4%, dados de 2017), Bulgária (59,2%), Tcheca (57,0%), Chipre (54,3%), Eslováquia (51,4%) e Espanha (50,7%).

Em contraste, menos de um terço dos resíduos de embalagens plásticas foi reciclado em Malta (19,2%, dados de 2017), França (26,9%), Hungria (30,0%), Irlanda (31,0%), Finlândia (31,1%), Dinamarca (31,5 %), Áustria (31,9%) e Luxemburgo (32,3%).

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal apenas recicla 33,9% das embalagens de plástico

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião