“Conduza como se houvesse amanhã”, pede a Brisa em campanha
Com criatividade da VML, produção da Trix e planeamento de meios da Arena, a campanha vai estar presente em vários meios e pretende ser o ponto de partida de um movimento nacional.
“Conduza como se houvesse amanhã” é o apelo que a Brisa lança esta terça-feira aos condutores, na sua nova campanha de segurança rodoviária. “Apesar dos progressos que têm sido feitos, estamos ainda longe de atingir a única meta aceitável de sinistralidade rodoviária — zero mortos e zero feridos graves”, começa por enquadrar António Pires de Lima, presidente da comissão executiva do Grupo Brisa, num comunicado antecipado ao +M.
“As concessionárias, os agentes públicos, os construtores de veículos têm feito um esforço extraordinário para aumentar a segurança rodoviária. Precisamos que os condutores tomem consciência de que o erro humano está na origem de mais de 90% dos acidentes rodoviários. As principais causas destes acidentes são excesso de velocidade, distração e fadiga. Está nas mãos de cada um de nós dar o passo que falta para alcançarmos a meta que todos desejamos”, conclui o gestor.
Com criatividade da VML, produção da Trix e planeamento de meios da Arena, a campanha vai estar presente em vários meios e pretende ser o ponto de partida de um movimento nacional, que envolva toda a sociedade civil e autoridades, em defesa da segurança rodoviária, explica a Brisa.
Nos últimos 25 anos, morreram nas estradas portuguesas 18.951 pessoas. Mais de 75 mil ficaram gravemente feridas, muitas com sequelas permanentes, descreve a concessionária. A campanha nasce assim “da urgência de promover uma mudança de comportamentos nas estradas portuguesas, que reduza a tragédia a que assistimos todos os anos, em particular em épocas que deviam ser de fruição e lazer, como o verão ou o Natal“.
A iniciativa surge no âmbito do Visão Zero 2030, documento estratégico da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, de que a Brisa é signatária, que visa reduzir a zero o número de vítimas graves e mortos nas estradas até 2050.
A rede Brisa registou em 2024 “o menor número de mortos neste século, refletindo uma redução de 50% face a 2019 (ano de referência para esta década)”, mas a realidade nacional não tem evoluído ao mesmo ritmo, alerta a Brisa.
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