Hoje nas notícias: burlas, solos rústicos e telemóveis nas escolas
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Os ataques de “spoofing”, que consistem na falsificação da identidade de instituições ou empresas visando conseguir dados pessoais, códigos de acesso a contas, pagamentos ou transferências bancárias, estão a crescer em Portugal. A procura por terrenos rústicos está a aumentar, mas é protagonizada, sobretudo, por investidores que planeiam desenvolver projetos agrícolas ou expandir aqueles que já detêm. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.
Aumentam tentativas de burla a partir de números falsos
Os ataques a partir de uma identidade falsificada, conhecidos como “spoofing”, foram detetados pela primeira vez no ano passado e desde então não têm parado de crescer. Este tipo de fraude consiste na falsificação da identidade de instituições ou empresas visando conseguir dados pessoais, códigos de acesso a contas, pagamentos ou transferências bancárias. A abordagem pode ser feita por e-mail ou mensagens de telemóvel (SMS), com a inserção de ligações (links), ou através de chamadas telefónicas, em que o remetente é identificado como sendo de uma instituição conhecida, nomeadamente financeira, graças a técnicas informáticas que permitem a falsificação. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) é uma das instituições que já está a reforçar os alertas junto dos clientes.
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Há mais procura por solos rústicos, mas não para habitação
A procura por terrenos rústicos está a crescer desde que o Governo alterou, há mais de oito meses, aquela que tem sido apelidada de lei dos solos. Com o aumento da procura, têm aumentado também os preços em várias regiões. Porém, ao contrário do que era o objetivo do Governo com as alterações à legislação — nomeadamente, disponibilizar mais terrenos para a construção de habitação –, não é a construção de casas que está a motivar esta evolução. A procura é feita, sobretudo, por investidores que planeiam desenvolver projetos agrícolas ou expandir aqueles que já detêm. Só na Imovirtual, um portal apenas digital, foram feitas 26.435 pesquisas por terrenos na primeira metade do ano, um crescimento de 17,5% em relação ao mesmo período de 2024.
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Escolas preparam sanções disciplinares contra uso de telemóveis
A partir do próximo ano letivo, os alunos até ao 6.º ano estão proibidos de usar smartphones nas escolas. Os diretores ainda aguardam por orientações, mas admitem ter de aprovar sanções disciplinares para quem desrespeitar as regras. No parecer do Conselho das Escolas à medida, lê-se que a “não observância do dever constitui infração disciplinar, deixando à escola a escolha das medidas a aplicar”. O órgão consultivo do Ministério da Educação deu parecer favorável à mudança desde que a operacionalização seja definida pelos estabelecimentos no âmbito da sua autonomia, incluindo se quiserem alargar a proibição ao 3.º ciclo ou até ao ensino secundário, se os alunos partilharem todos o mesmo espaço. Os pais, por sua vez, alertam que há alunos com cartão digital no telemóvel para entrarem nas escolas.
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Notários pedem registo central de testamentos para garantir que são lidos
A Ordem dos Notários propõe a criação de um Registo Central de Testamentos e Certificados Sucessórios Europeus (CSE), que permita ter acesso a todos os testamentos e que seja de consulta obrigatória quando morre alguém e é preciso fazer a habitual comunicação ao serviço de Finanças. A proposta está a ser trabalhada com o Governo no âmbito da reforma do Estado, visto que, “por ignorância ou má-fé”, muitos testamentos nunca são abertos, permanecendo desconhecidos de potenciais herdeiros, alerta o bastonário da Ordem dos Notários, Jorge Batista da Silva.
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Centros de instalação lotados levam PSP a procurar alternativas para alojar migrantes que chegaram ao Algarve
Os 38 migrantes que chegaram à costa algarvia ao fim da tarde de sexta-feira estão, de momento, sob custódia das autoridades portuguesas. Após 24 horas em território nacional, ficaram a saber, por decisão do Tribunal de Silves, que terão de retornar ao país de origem. Contudo, a PSP não sabe onde alojar as pessoas enquanto não são repatriadas. Segundo o Diário de Notícias, o único Centro de Instalação Temporária (CIT), sediado no Porto, e os outros três espaços equiparados a CIT, nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, que recebem migrantes em situação ilegal, “estão literalmente lotados”, o que obriga as autoridades a procurarem alternativas de alojamento. Até ser arranjado um novo espaço, vão manter-se no Pavilhão Multiusos de Sagres.
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