Governo reduz valor máximo do fundo dos prémios do Euromilhões de 150 para 75 milhões de euros
Verba remanescente resultante da redução do montante máximo do fundo vai ser integrada nos fundos para renovação e manutenção de equipamentos, material e programas de vários jogos sociais.
O Governo reduziu o montante máximo do fundo para pagamento dos prémios do Euromilhões. Segundo o decreto-lei publicado esta quarta-feira em Diário da República, este valor passou de 150 milhões para 75 milhões de euros, com o remanescente a ser integrado nos fundos de vários jogos sociais.
“Da experiência acumulada e das medidas implementadas na exploração coordenada do Euromilhões, conclui-se que não se afigura, atualmente, necessário dotar o fundo para pagamento de prémios por reclamações procedentes deste jogo num montante máximo consideravelmente elevado e que tem permanecido imobilizado ao longo das duas últimas décadas”, justifica o Executivo no diploma.
Considerando que estão agora “reunidas as condições para que o montante máximo de 150 milhões de euros possa ser reduzido para 75 milhões”, o valor remanescente tem como destino os fundos para renovação e manutenção de equipamentos, material e programas do Totobola, do Totoloto, do Euromilhões, das Apostas Desportivas à Cota de Base Territorial, do Totosorteio e do Eurosorteio.
O decreto-lei refere também que o auditor independente vai passar a fiscalizar apenas os atos dos respetivos sorteios, deixando de fazer o escrutínio global de prémios para todos os países participantes no jogo. Esta função, tendo em vista “uma maior segurança e eficiência”, será executada por uma aplicação informática. Contudo, mantém-se a fiscalização do escrutínio dos prémios nacionais pelo Júri dos Concursos.
“A medida foi, inclusive, introduzida nos sorteios do jogo ‘Eurosorteio’, desde o início da respetiva exploração, com resultados positivos, comprovados pela experiência entretanto adquirida”, assinala o Governo.
Estas alterações, aprovadas na reunião do Conselho de Ministros de 31 de julho pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, entram em vigor amanhã, quinta-feira, dia 14 de agosto.
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