Deloitte dá bolsas a alunos de cursos superiores profissionais para “criar oportunidades de forma descentralizada”

Deloitte promove mais uma edição do programa BrightStart, que inclui bolsas para alunos de cursos superiores profissionais e a oportunidade de estes terem uma experiência de trabalho na consultora.

A Deloitte está a promover mais uma edição do seu programa BrighStart, que prevê a atribuição de bolsas de estudo a alunos de cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP) em áreas tecnológicas e a oportunidade de estes terem uma experiência profissional na consultora. Nesta edição, há 100 vagas à disposição, sendo que as candidaturas terminam esta semana.

“O BrighStart é um programa de aceleração de competências, cuja principal missão é capacitar jovens quadros altamente especializados em todo o país, oferecendo a possibilidade de conciliar a experiência académica com experiência profissional real e contacto direto com as equipas da Deloitte“, explica ao ECO Paulo Pessanha de Almeida, partner desta consultora.

Paulo Pessanha de Almeida, partner da Deloitte, destaca papel do programa BrighStart na criação de oportunidades de forma descentralizada.

Em concreto, ao abrigo deste programa, os estudantes recebem uma bolsa que cobre os custos académicos (como propinas mensais e taxas de inscrição) de todos os anos do curso. Além disso, têm acesso a uma experiência profissional na Deloitte a partir do segundo semestre do curso.

Nesta edição, a Deloitte está a colaborar com quatro instituições de ensino superior: o Instituto Politécnico de Setúbal, a Universidade do Algarve, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e o Instituto Politécnico de Viseu, nas Escolas Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu e de Lamego.

Daí que Paulo Pessanha de Almeida sublinhe a intenção deste programa de “criar oportunidades de forma descentralizada, permitindo aos estudantes viver e contribuir ativamente para o dinamismo de cidades fora dos grandes centros urbanos“.

No caso do Algarve, Setúbal e Lamego, as candidaturas já fecharam. Mas os alunos dos cursos do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e Instituto Politécnico de Viseu têm até dia 20 e 22 deste mês, respetivamente, para avançarem com as inscrições (que devem ser feitas online).

“No total, prevemos integrar cerca de 100 novos alunos, que se vão juntar aos mais de 250 estudantes que integram atualmente o programa nas diferentes localizações”, indica ao ECO Paulo Pessanha de Almeida.

No total, prevemos integrar cerca de 100 novos alunos, que se vão juntar aos mais de 250 estudantes que integram atualmente o programa nas diferentes localizações.

Paulo Pessanha de Almeida

Partner da Deloitte

Quanto aos cursos cobertos por este programa, a Deloitte explica que, em Braga, está coberto o CTeSP em Tecnologia e Inovação Informática, no Algarve o CTeSP em Tecnologias Informáticas, em Lamego o CTeSP em Cibersegurança e Telecomunicações, em Setúbal o CTeSAP em Tecnologias Informáticas, e em Viseu o CTeSP em Desenvolvimento para Web e Dispositivos Móveis.

O foco na tecnologia é hoje praticamente uma inevitabilidade, dado o impacto das tecnologias emergentes no mercado de trabalho e, em boa verdade, em todos os aspetos das nossas vidas. Com isso em mente, quisemos, desde logo, alinhar este programa com esta realidade, garantindo que os alunos adquirem competências-chave que estão alinhadas com o mercado de trabalho e que lhes vão garantir, desde logo, uma vantagem competitiva”, assinala o referido partner.

Mais de 500 alunos apoiados desde 2017

Deloitte já apoiou mais de 500 alunos através do BrightStart desde 2017.Hugo Amaral/ECO

A primeira edição do BrighStart aconteceu em 2017 e, desde então, mais de 550 alunos já foram apoiados por este programa, revela ao ECO o partner Paulo Pessanha de Almeida.

“Desde 2017, ano em que o BrightStart foi lançado em colaboração com o Instituto Politécnico de Setúbal, já concluíram o programa seis turmas e a maioria dos alunos que terminaram a licenciatura foram integrados na Deloitte“, acrescenta o responsável, que realça que, entre os finalistas que receberam uma proposta para se juntarem à consultora, todos aceitaram.

Quanto ao futuro deste programa, o partner adianta que, a cada edição, a Deloitte avalia colaborações com novas instituições de ensino, com o objetivo de “apoiar a formação de quadros altamente especializados”. “Desde o início, o BrightStart tem vindo a crescer em número de instituições parceiras e em alcance geográfico“, nota Paulo Pessanha de Almeida.

Desde 2017, ano em que o BrightStart foi lançado em colaboração com o Instituto Politécnico de Setúbal, já concluíram o programa seis turmas e a maioria dos alunos que terminaram a licenciatura foram integrados na Deloitte.

Paulo Pessanha de Almeida

Partner da Deloitte

De resto, programas como este reforçam a atratividade da Deloitte enquanto empregadora, junto dos mais jovens, argumenta o partner. “Ao oferecer formação académica aliada a experiência profissional real, programas como o BrightStart aumentam a atratividade da Deloitte junto dos jovens e permitem que, ao final do curso, estes já conheçam profundamente a nossa cultura e forma de trabalhar“, detalha.

“Isso cria uma ligação de confiança e reduz a incerteza na transição para o mercado de trabalho, tornando a nossa proposta de valor mais diferenciada e competitiva”, remata Paulo Pessanha de Almeida.

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