Hoje nas notícias: garantia pública, PJ e burlas no homebanking

  • ECO
  • 22 Setembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A garantia pública criada para ajudar os jovens na compra de habitação própria permanente vai ser reforçada em 350 milhões de euros. A Polícia Judiciária está a investigar uma casa de luxo do secretário de Estado da Agricultura, João Moura. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.

Governo reforça garantia pública para jovens com 350 milhões

O Governo vai reforçar a garantia pública criada para ajudar os jovens na compra de habitação própria permanente com mais 350 milhões de euros, para dar resposta à forte adesão registada desde que a medida entrou em vigor no início deste ano. Desde o primeiro momento que o Executivo liderado por Luís Montenegro deixou em aberto a possibilidade de aumentar o valor da garantia. Nove meses volvidos desde o lançamento desta facilidade, que permite o financiamento do imóvel a 100% pelo sistema financeiro, o Governo cumpre a promessa, elevando o total de 1.200 para 1.550 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

PJ investiga casa de luxo de secretário de Estado da Agricultura

A Polícia Judiciária (PJ) de Leiria está a investigar a casa de luxo, na Golegã, que está em nome da Quadradoaometro – Consultores de Engenharia, uma empresa detida a meias pelo secretário de Estado da Agricultura, João Moura, e a sua mulher — com a qual é casado em comunhão de adquiridos. A casa de luxo está integrada num empreendimento de agroturismo localizado no centro da Golegã. A investigação da PJ a este imóvel está inserida num inquérito onde estão a ser analisados os negócios das empresas do secretário de Estado da Agricultura, estando em causa suspeitas de corrupção e branqueamento de capitais.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Pharming. Burlas no homebanking estão cada vez mais perigosas

Nos últimos dois anos, a Polícia Judiciária (PJ) abriu 2.181 inquéritos relativos a situações de phishing, 509 deles através do homebanking. Estes casos incluem uma nova técnica, conhecida na linguagem informática como pharming — que surge da junção da palavra farming (plantação/cultura) (neste caso, de software malicioso instalado no computador, telemóvel ou tablet) com phishing –, em que os hackers acedem a informações pessoais e confidenciais em momento prévio, as quais poderão ser utilizadas quando o cliente aceder ocasionalmente ao serviço de banca online, no computador ou telemóvel. Ao acederem às contas dos clientes dos bancos, os hackers conseguem movimentar dinheiro através de contas de passagem, designadas de money mules (mulas monetárias), coordenando depois a rápida saída de dinheiro para outras contas no estrangeiro.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Interior em risco de deixar de receber jornais

O presidente do Conselho de Administração da VASP, Marco Galinha, criticou a lentidão do Governo na concretização de um projeto conjunto com a empresa e com os editores para apoiar a distribuição de imprensa (jornais e revistas) no interior do país. “Vivemos num país em que as palavras são fáceis e os atos são muito difíceis de cumprir. A VASP anda há um ano a tentar ter um projeto de ajuda aos editores, para chegarem ao interior do país. Mas andamos há um ano em reuniões, em reuniões. Reuniões atrás de reuniões e cada vez parece mais longe. E a VASP não é o Estado português. Fazemos o nosso dever, mas não nos podemos substituir aos deveres do Estado Português”, disse.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Embaixada de Portugal no Paquistão trava pedidos de reagrupamento familiar aprovados pela AIMA

O consulado de Portugal em Islamabad recusou a emissão de vistos a familiares de imigrantes, com base na avaliação de critérios já validados pela AIMA, como a habitação ou os meios de subsistência. Na fase de recurso os documentos do processo de reagrupamento são reanalisados, mas a decisão mantém-se. O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou ao Expresso os casos e explica que são uma forma de “acautelar dúvidas sobre a idoneidade dos requerentes”.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

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