Empresários ajudam a pagar nova escola de negócios da Universidade do Minho, que vai custar 9 milhões
Duas dezenas de empresas e instituições de Braga apoiam reabilitação do edifício do Castelo para albergar a Escola de Formação de Executivos da Universidade do Minho, com um custo total de 9 milhões.

Num investimento de nove milhões de euros, o histórico Edifício do Castelo, que se encontra em estado devoluto no centro de Braga, vai ser reabilitado para dar vida à UMinhoExec – Escola de Formação de Executivos da Universidade do Minho, que passa a ter casa própria. A câmara e duas dezenas de empresas e instituições aliaram-se ao projeto e contribuem com quatro milhões de euros.
A futura escola de negócios contou com o apoio financeiro da DST , Casais, Impetus, Torrestir, Bragalux, Onires, IBG Europe, Mecwide, SC Braga, Officetotal Food Brands, Banco Carregosa, Grupo Erre, Navarra, HUB7, Ordem dos Contabilistas Certificados, Petrotec, PwC, Silsa Confecções, Cachapuz e NBKS Digital Services.
Os restantes cinco milhões de euros serão financiados pelo Programa Portugal 2030, através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).
“A nova casa vai permitir aproximar o ensino superior do tecido empresarial e dos desafios da economia contemporânea, acentuando em paralelo o foco em inovação, formação híbrida, laboratórios tecnológicos e atração de talento”, afirma a universidade num comunicado enviado às redações.
A “cerimónia de lançamento da primeira telha” da reabilitação do imóvel, onde em tempos se ergueu o castelo medieval da cidade bracarense, acontece esta sexta-feira. E conta com as intervenções do presidente da CCDR-N, António Cunha, do autarca cessante Ricardo Rio que deixa a presidência do município por limitação de mandatos.
A sua atividade tem tido impacto direto na qualificação de quadros superiores e dirigentes da região e do país.
O reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, o presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da UMinho (EEG), Luís Aguiar-Conraria, o professor André Fontes, da Escola de Arquitetura, Arte e Design da UMinho, e Graça Coelho, CEO do Cachapuz Bilanciai Group, são mais alguns dos intervenientes na iniciativa.
“A sua atividade tem tido impacto direto na qualificação de quadros superiores e dirigentes da região e do país”, destaca a universidade na mesma nota. Desde que foi fundada em 2014, a UMinhoExec já formou mais de 6.000 diplomados e realizou 160 programas nas áreas de Gestão, Recursos Humanos, Gestão e Administração Pública, Contratação Pública, Marketing, Estratégia.
Segundo a universidade minhota, a escola de negócios também organizou “pós-graduações à medida” para a Caixa Geral de Depósitos, Instituto da Segurança Social ou Autoridade Tributária, além de projetos de consultoria empresarial/institucional.
“Esta reabilitação simboliza a reaproximação entre conhecimento, economia e território, ao transformar um edifício devoluto num centro de formação e inovação e ao modificar a natureza da UMinhoExec, abrindo-a à participação do setor privado”, assinala a universidade na mesma nota.
O Edifício do Castelo já foi sede da Escola Industrial de Braga, a Escola Secundária Alberto Sampaio, assim como de serviços da UMinho, da autarquia e da Estradas de Portugal.
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