Hoje nas notícias: Juntas médicas, países árabes e sondagem
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Há doentes em risco de ficarem sem avaliação em junta médica para acesso a apoios sociais. Portugal está a afastar investimentos oriundos de países árabes. E há cada vez mais escolas internacionais a instalarem-se no país. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional.
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Juntas médicas em risco de parar por dois meses por falta de dinheiro
Um número indeterminado de doentes estão em risco de ficar sem avaliação em junta médica para acesso a apoios sociais, pelo menos até ao início do próximo ano, visto que dezenas de médicos que asseguram as peritagens atingiram o plafond previsto e, ao contrário de anos anteriores, a indicação é a de que não haverá reforço de verbas. Nos últimos dias, vários médicos prestadores de serviços receberam uma carta da Segurança Social a informar que os valores contratualizados com o Sistema de Verificação de Incapacidades irão ser atingidos, não se prevendo a atualização dos montantes. Ou seja, em novembro e dezembro, deixam de assegurar as referidas juntas médicas.
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).
Lista negra afasta investimentos de países árabes
O agravamento em 7,5% do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e de 10% no Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas (IMT), introduzido no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), aplica-se a entidades que tenham em Portugal imóveis que sejam controlados, direta ou indiretamente, “por uma entidade com domicílio fiscal em país, território ou região sujeito a um regime fiscal mais favorável”. Este enquadramento tributário mais gravoso está a impossibilitar o investimento em Portugal de países do Golfo. É o caso do Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Qatar ou Omã, entre outros, alguns deles com poderosos fundos soberanos que investem em toda a Europa, mas que constam da “lista negra” do Ministério das Finanças, que os designa como “paraísos fiscais”.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).
Já há quase 50 escolas internacionais em Portugal e as propinas chegam aos 20 mil euros por ano
No ano letivo de 2019/20 havia um total de 37 escolas com planos de estudos estrangeiros em Portugal, um número que em 2023/24 aumentou para 45, de acordo com as estatísticas do Ministério da Educação, que informa ainda que “atualmente existem 48 autorizações de funcionamento de escolas privadas com oferta internacional”. O concelho de Cascais é o que tem mais — pelo menos 11 —, seguindo-se Lisboa, Oeiras, Sintra e Porto. Os valores das propinas cobradas começam, geralmente, em cerca de 10 mil euros anuais e ultrapassam os 20 mil euros nos últimos anos do secundário, fora inscrições, uniformes, refeições, atividades extracurriculares e os próprios exames internacionais.
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).
Major-general julgado por beneficiar empresa em que ele e o filho trabalharam
O major-general Manuel Gravilha Chambel, que foi diretor-geral de Armamento e Infraestruturas da Defesa, está a ser julgado no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa por um crime de abuso de poder por alegadamente ter beneficiado uma empresa em que o filho e ele próprio trabalharam, a UAVision, no âmbito da industrialização do protótipo de um drone financiado pelo Ministério da Defesa. O major-general conhecia um dos donos da empresa, que era casado com uma prima direita da sua nora. Após dez anos de inquérito, o Ministério Público decidiu avançar com esta parte da acusação no ano passado, arquivando as suspeitas relacionadas com o favorecimento de outra empresa, que fez a manutenção dos helicópteros EH101.
Leia a notícia completa no Público (ligação indisponível).
Chega em queda volta a colocar AD no topo das intenções de voto
Depois da liderança do Chega em setembro, a Aliança Democrática (AD) voltou a subir ao topo das intenções de voto dos inquiridos no mais recente barómetro da Aximage, com 32,4% — quando há um mês a coligação PSD/CDS reunia a preferência de 25,9%. Agora, o partido de André Ventura cai para o terceiro lugar, com 21,9% das intenções de voto, com o PS a regressar ao segundo lugar, com 23,8%. Importa notar que a distância entre os socialistas e o Chega está incluída na margem de erro deste barómetro (3,8%), o que, na prática, representa um empate técnico.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).
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