Hoje nas notícias: Microsoft, “Empresa na Hora” e helicópteros Black Hawk

  • ECO
  • 11 Novembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A Microsoft prepara-se para investir 10 mil milhões de dólares no centro de dados de Sines, onde vai instalar, em conjunto com a Nscale, 12.500 processadores gráficos da Nvidia. A Ordem dos Advogados denuncia que criar “Empresa na Hora” chega a demorar dez meses por falta de pessoal nos balcões do Instituto de Registos e Notariado (IRN). Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Microsoft vai investir 10 mil milhões em Sines

A Microsoft vai reforçar em 10 mil milhões de dólares o investimento que está a realizar no centro de dados de Sines. “Estamos a investir 10 mil milhões de dólares em Portugal, em Sines, com a Start Campus e a Nscale. As empresas já tiveram oportunidade de explorar a parceria, mas, no final do dia, vamos assinar os cheques para tornar este investimento possível e estamos a trabalhar para trazer para Portugal um elevado número de GPUs, os mais avançados do mundo”, revelou o presidente da gigante tecnológica norte-americana, Brad Smith, que vai passar esta terça-feira pelo palco principal da Web Summit. O líder mundial da Microsoft admite que o projeto vai servir o país e outras economias, mas que este investimento “é um reflexo de um imenso trabalho, da política energética seguida em Portugal, onde a energia é mais barata e há bom clima”.

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Criar “Empresa na Hora” afinal demora dez meses

Criar uma “Empresa na Hora”, submetida online, ou conseguir até uma alteração de sociedade, por exemplo, chega a demorar quase um ano. Quando telefonam ninguém atende e há quem faça 500 quilómetros para conseguir concluir o processo num balcão mais rápido do Instituto de Registos e Notariado (IRN). “É comum esperar dez meses por uma resolução”, denuncia João Massano, bastonário da Ordem dos Advogados. “Ou seja, algo que seria suposto ser resolvido rapidamente, como o próprio nome indica, acaba por ficar concluído nunca se sabe exatamente quando, o que acentua a falência dos serviços públicos devido à contínua falta de investimento”, lamenta. Arménio Maximino, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado, corrobora: “Os atrasos são significativos e generalizados em todo o país. É impossível impedi-los quando nos deparamos com um défice crónico de 40% de efetivos. Nenhuma instituição consegue operar de forma eficaz com tão pouca gente”.

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Helicópteros de socorro que Governo vai comprar só aterram num heliporto hospitalar

Na semana passada, o ministro da Defesa, Nuno Melo, anunciou a compra de quatro helicópteros médios Black Hawk para missões de evacuação médica. No entanto, segundo a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), estes só podem aterrar num dos sete heliportos hospitalares autorizados para receber transportes aéreos de emergência médica, designadamente o de Braga. Fora isso, os Black Hawk só podem aterrar num outro heliporto e numa pista de ultraleves, em Pombal. “O comprimento máximo do helicóptero Black Hawk é de 19,76 metros, pelo que se verifica ser compatível com a dimensão das plataformas dos heliportos do Hospital de Braga, do Heliporto de Loulé (certificado, não é hospital) e da Pista de Ultraleves do Casalinho, Pombal (autorizado para operações de proteção civil e emergência médica, não é hospital)”, refere a ANAC.

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Há 1,5 milhões sem médico de família atribuído. Número aumentou em outubro

O número de utentes sem médico de família atribuído aumentou em outubro, mas também subiu o número de inscritos nos cuidados de saúde primários. Segundo os dados do Registo Nacional de Utentes, havia 10.706.982 utentes inscritos nos cuidados de saúde primários no final do último mês, mais 30.778 do que no final de setembro, e mais 192.059 do que no final de janeiro. Sem médico atribuído estavam 1.542.988 utentes, mais 28.754 do que no mês anterior, mas um registo inferior ao de janeiro (diferença de 21.215). Isto significa que, apesar de os centros de saúde terem um aumento dos inscritos, há mais utentes com médico atribuído.

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Dinamarqueses avançam para projeto de baterias em Sines

Os dinamarqueses da Topsoe estão a preparar um investimento numa fábrica de componentes para baterias de lítio em Sines. O projeto, denominado “NextGen Cam”, vai fabricar cátodos para equipar as baterias de iões de lítio para carros elétricos e para armazenamento de energia. “Porque as reservas de níquel e de lítio são limitadas, acreditamos que devem ser aproveitadas ao máximo desde uma perspetiva de custos e de recursos. O LNMO [lítio-níquel-manganês] entrega performance a par com baterias de iões de lítio com níquel de qualidade, mas com um custo muito mais baixo e com benefícios ambientais na cadeia de abastecimento”, refere a companhia. Este é, assim, mais um projeto da fileira do lítio em Sines, a par do projeto dos chineses da CALB que preveem investir dois mil milhões de euros numa fábrica de baterias em Sines.

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