Hoje nas notícias: dividendos, Sócrates e transportes
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Seguindo a tendência mundial, as 16 cotadas do principal índice da Bolsa de Lisboa deverão distribuir mais de 3,2 mil milhões de euros no próximo ano, alcançando assim um novo recorde. A juíza-presidente do julgamento da ‘Operação Marquês’, Susana Seca, admite que a estratégia de José Sócrates, na sequência da renúncia de Pedro Delille, passe por mudar sucessivamente de advogado, conseguindo, desta forma, atrasar o andamento do julgamento. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
Energia e banca põem bolsa de Lisboa no caminho de dividendos recorde em 2026
As empresas cotadas no PSI, o principal índice da Bolsa de Valores de Lisboa, deverão seguir a tendência mundial e distribuir um montante recorde de dividendos no próximo ano. Enquanto as cotadas mundiais assinalaram um novo máximo de 518,7 mil milhões de dólares (cerca de 448 mil milhões de euros) só no terceiro trimestre deste ano, as cotadas da praça nacional deverão distribuir dividendos recorde de 3,2 mil milhões de euros em 2026. A Maxyield – clube de pequenos acionistas antecipa um crescimento de 5% na distribuição dos lucros relativos a 2025, uma evolução explicada, sobretudo, pelos ‘pesos pesados’ (isto é, as empresas com maior capitalização bolsista) como a Galp, o BCP e a EDP, que deverão representar 58% dos dividendos estimados para distribuir em 2026.
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Juíza prevê carrossel de advogados no julgamento da ‘Operação Marquês’
Ainda que “em tese”, a juíza-presidente do julgamento da ‘Operação Marquês’ admite que a estratégia de José Sócrates para os próximos tempos passe por mudar sucessivamente de advogado, conseguindo, desta forma, atrasar o andamento do julgamento. Num despacho, Susana Seca, ao mesmo tempo que concedeu 20 dias ao antigo primeiro-ministro para encontrar um advogado após a renúncia de Pedro Delille, também afirmou não ignorar que “a interrupção da audiência de julgamento permite que, no futuro, o mandatário constituído no processo possa novamente renunciar, e assim sucessivamente, com outros mandatários, produzindo um efeito dilatório intolerável”.
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Estado deve 60 milhões a empresas de transportes pelos passes
O Estado está a dever 60 milhões de euros às empresas de transportes pela implementação dos passes gratuitos para os jovens até aos 23 anos e para os antigos combatentes, segundo denuncia a Associação Nacional de Transportes de Passageiros (ANTROP) e confirmam várias comunidades intermunicipais. “Estamos a receber o dinheiro muito tarde e os operadores estão a ser penalizados. No tarifário social dos jovens, temos atrasos superiores a dez meses e nos passes dos antigos combatentes é de dois anos. Os operadores ficam sem liquidez, têm de pedir financiamento bancário, continuam a ter custos regularmente e a maior parte das receitas de bilheteira não aparece”, avança Luís Cabaço Martins, presidente da ANTROP. O Governo, porém, recusa atraso no pagamento aos operadores pelo passe dos mais novos.
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Empresas nos grupos de IVA vão ter de dar mais dados ao Fisco
As empresas que integrem um grupo para efeitos de IVA, ao abrigo do novo regime que entrou em vigor no final de outubro, e que, no apuramento final, tenham imposto a recuperar, serão obrigadas, para pedir o respetivo reembolso, a submeter listagens de clientes e os fornecedores cujas operações deram origem ao imposto liquidado ou deduzido no período em causa. Já é isso que acontece quando uma empresa, de forma independente, solicita um reembolso, e será também assim, no âmbito dos grupos de IVA, com a diferença que, neste caso, terá de ser dada a informação relativa a todas as empresas do grupo, incluindo as que não têm qualquer reembolso a haver e mesmo que, no limite, apenas uma esteja nessa situação de reembolso.
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Apesar de rombo nas duas últimas legislativas, PS soma 21 mil novos militantes
Desde 2022 que o PS tem aumentado gradualmente o número de militantes, mesmo depois de ter perdido quase 900 mil votos em eleições legislativas nos últimos três anos — uma erosão eleitoral que também se verificou nas autárquicas de 12 de outubro. Em 10 de novembro, o partido liderado atualmente por José Luís Carneiro tinha 93.943 militantes, um número que compara com os 72.967 inscritos no início de 2022, ou seja, mais 20.903. Desafiado a explicar este crescimento em militantes, o líder socialista considera que “há um sentimento de que o PS é o verdadeiro espaço político que salvaguarda os valores democráticos”, revelando que “tem havido muitos cidadãos, ora simpatizantes, ora de outras áreas sociais e quadrantes culturais, que se têm mostrado interessados em participar e em colaborar com o PS”.
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