Hoje nas notícias: escutas a Costa, FPF e fundos europeus
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O antigo primeiro-ministro António Costa foi ‘apanhado’ em perto de 50 comunicações, entre chamadas e SMS, durante a investigação da Operação Influencer. A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) fez um acordo com uma corretora financeira sediada na Austrália, a VT Markets, que não dispõe de licença para vender os seus produtos financeiros em Portugal. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
António Costa ‘apanhado’ em 50 escutas da operação Influencer
Entre 2020 e 2023, António Costa foi ‘apanhado’ em cerca de 50 comunicações, entre chamadas telefónicas e SMS, no âmbito da investigação da Operação Influencer. Embora não tenha sido o alvo direto das interceções, o ex-primeiro-ministro falou com três suspeitos que estavam a ser investigados: José Matos Fernandes (antigo ministro do Ambiente), João Galamba (ex-ministro das Infraestruturas) e Diogo Lacerda Machado, advogado e o seu melhor amigo. No total, mais de 20 pessoas estiveram sob escuta durante a investigação, desde ministros a engenheiros de minas. As escutas ‘apanharam’ ainda cunhas de José Luís Carneiro e Manuel Pizarro, bem como conversas sobre a gestão do Governo e sobre o PS.
Leia a notícia completa na Sábado (acesso pago)
FPF faz acordo com corretora financeira que não tem licença em Portugal
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou em outubro um acordo com uma corretora financeira sediada na Austrália, a VT Markets, que não dispõe de licença para vender os seus produtos financeiros em Portugal, como confirmou a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Ainda assim, a empresa australiana, que oferece serviços de negociação em moedas, metais preciosos e matérias-primas, criou uma página em português em que é usada a imagem de futebolistas da Seleção Nacional, como Cristiano Ronaldo, João Félix, João Cancelo, Bruno Fernandes e Bernardo Silva. Como a VT Markets não tem autorização para operar no país, os investimentos dos clientes ficam em risco, visto que, em caso de problema, não têm qualquer proteção financeira ou legal. A empresa consta, aliás, dos alertas dos reguladores financeiros do Reino Unido, Itália, Bélgica e Dinamarca.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago)
AD&C confia que Portugal não perderá fundos europeus, mesmo com execução do PT2030 nos 12%
A presidente da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), Cláudia Joaquim, acredita que Portugal, pelo “caminho que tem feito nos últimos meses”, está em condições de cumprir as metas mais exigentes do Portugal 2030 (envelope de 22,9 mil milhões de euros), apesar do ritmo ainda baixo de execução e da forte pressão que recairá sobre os próximos dois anos. Segundo o boletim oficial mais recente, o atual quadro comunitário de apoio soma pouco mais de 12% de execução, o que significa que somente 2,8 mil milhões de euros chegaram ao terreno — um valor ainda modesto para um programa cuja aceleração terá de acontecer sobretudo nos anos em que vigora a regra do N+3 (que dita que os fundos atribuídos num ano devem ser executados nos três anos seguintes).
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)
Savannah prevê entrar para o ano na bolsa de Lisboa
O CEO da Savannah Resources admite avançar para uma admissão à negociação na Euronext Lisboa em 2026. Existe “uma forte probabilidade” de que a empresa venha a juntar um segundo listing à sua presença atual no AIM da Bolsa de Londres, afirmou Emanuel Proença. Questionado sobre o local desta listagem, é direto: “Euronext Lisbon, sim”. Explica que a escolha da bolsa nacional não é apenas simbólica, mas estratégica, refletindo a evolução da estrutura acionista. Segundo o CEO, a empresa está “a aproximar-se paulatinamente de 30% do capital em mãos portuguesas”, ao mesmo tempo que tem “bem acima de 50%” do capital nas mãos de investidores da Europa continental.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
Novo advogado de Sócrates entra em conflito aberto com juíza e apresenta primeiro recurso à Relação
José Preto, recém-nomeado advogado de José Sócrates após a renúncia de Pedro Delille, apresentou o seu primeiro recurso ao Tribunal da Relação de Lisboa. Numa peça jurídica de mais de 30 páginas e muito crítica do comportamento da juíza Susana Seca, que preside ao coletivo do processo Operação Marquês, contesta o despacho que rejeitou a nulidade invocada em audiência e acusa o tribunal de ter criado condições que resultaram numa “omissão de defesa material efetiva” do antigo primeiro-ministro. Entre vários episódios, o recurso relata o de 30 de outubro, quando a juíza se dirigiu ao então advogado Pedro Delille e lhe disse num tom considerado “acrimonioso”- “chega de brincadeira!”
Leia a notícia completa na CNN Portugal (acesso livre)
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Hoje nas notícias: escutas a Costa, FPF e fundos europeus
{{ noCommentsLabel }}