Direito de resposta da Mabera: Nova dona da têxtil Coelima ainda não pagou dívidas à Segurança Social

O ECO publica o direito de resposta da Mabera, Acabamentos Têxteis S.A. ao artigo “Nova dona da têxtil Coelima ainda não pagou dívidas à Segurança Social".

Direito de resposta da Administração da Mabera, Acabamentos Têxteis S.A. à notícia publicada online a 5 de dezembro de 2025 no site www.eco.sapo.pt, com o título “Nova dona da têxtil Coelima ainda não pagou dívidas à Segurança Social“.

No artigo publicado pelo ECO a 5 de dezembro sobre a empresa “Mabera”, afirma-se que a empresa se encontra “com pagamentos em atraso” relativamente ao plano de regularização das dívidas assumidas, e ainda que os montantes que a empresa se comprometeu a pagar, relativos a dívidas da empresa Coelima assumidas no ato da compra, ascendem a 427,4 mil euros à Segurança Social e 300 mil euros ao Fisco.

Estas afirmações são falsas. Não correspondem à verdade.

A “Mabera” esclarece e informa, que celebrou um acordo de pagamento com a Segurança Social, que se encontra válido e em vigor, no que tange à divida em apreço, que está a ser pontualmente cumprido, não havendo, como nunca houve qualquer atraso no pagamento das prestações acordadas.

Esta informação é prestada pela própria Segurança Social através de requerimento dirigido aos autos, via citius, em 10 de setembro de 2025.

Acresce que os valores referidos pelo ECO não são corretos.

A dívida assumida à Segurança Social é substancialmente inferior ao valor mencionado no v/artigo e a empresa não possui qualquer dívida pendente ao Fisco, contrariamente ao que foi afirmado.

Realça-se ainda que a divida à Segurança Social, que está a ser paga nos termos acordados com aquela, não constitui, como nunca constituiu, motivo impeditivo para que o Administrador do Processo de Insolvência, “avançasse” com um rateio parcial para pagamento aos credores, aliás, como lhe é imposto por lei, o que há anos já poderia e deveria ter feito.

Certo é que a “Mabera” não é como, nunca foi, a causadora da inércia de quem gere a Massa Insolvente, nomeadamente no que tange ao pagamento a credores com garantias e privilégios;

A “Mabera” lamenta a falta de cuidado e de rigor da notícia publicada, que não abona um jornalismo que se quer sério e competente, contribuindo antes para a especulação, prejudicando a empresa e os seus trabalhadores, não deixando a “Mabera”, contudo, de reafirmar o seu compromisso de total cumprimento para com as obrigações legais e fiscais, pelo considera indispensável a reposição da verdade para evitar interpretações erróneas sobre a sua reputação empresarial.

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