INE confirma abrandamento da inflação para 2,2% em novembro
O indicador da inflação subjacente, porém, é revisto em alta, de 1,9% para 2,0%, face à estimativa inicial avançada no final do mês passado.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou esta sexta-feira que a taxa de inflação homóloga foi de 2,2% em novembro, menos 0,1 pontos percentuais do que a verificada em outubro. Confirma-se, assim, o terceiro mês consecutivo de alívio nos preços de venda ao consumidor, explicado sobretudo pelo abrandamento da inflação nos produtos alimentares.
A inflação subjacente (que exclui produtos com preços mais voláteis, como alimentos não transformados e energia) registou uma variação de 2% no mês passado, uma revisão em alta face ao valor estimado inicialmente, que era de 1,9%. Este valor representa uma descida de uma décima face a outubro.
Já a variação do índice relativo aos produtos energéticos foi de -0,8% e não -0,9%, como havia sido avançado na estimativa divulgada a 28 de novembro (o que compara com -1,2% no mês anterior). Quanto ao índice referente aos produtos alimentares não transformados, o gabinete estatístico confirma a variação de 6,0% (6,1% em outubro).

Em cadeia, a variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi -0,3% (nula no mês precedente e -0,2% em novembro de 2024). A variação média dos últimos 12 meses foi 2,4%, valor idêntico ao do mês anterior.
Por sua vez, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 2,1% em novembro, face a 2,0% em outubro. É uma taxa inferior em 0,1 pontos percentuais em relação ao valor estimado pelo Eurostat para a Zona Euro (em outubro, esta diferença tinha sido igual), realça o INE.
Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,0% no penúltimo mês de 2025 (1,9% em outubro), taxa inferior à da área da moeda única, estimada em 2,4%.
O IHPC registou uma variação mensal de -0,8% (-0,3% no mês anterior e -1,0% em novembro de 2024) e uma variação média dos últimos 12 meses de 2,3% (idêntico ao mês precedente).
(Notícia atualizada às 11h35)
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