Câmara de Gondomar aprova redução do IMI em 2,5% para 2026

  • Lusa
  • 16 Dezembro 2025

A autarquia explica que a redução se vai traduzir numa diminuição da receita de cerca de 1,05 milhões de euros.

A Câmara de Gondomar, de maioria socialista, aprovou esta terça-feira, com a abstenção do PSD/IL e do Chega, descer o Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) em 2,5% no orçamento a apresentar para 2026, informou o município.

Neste contexto, a taxa aplicável aos prédios urbanos situados nas freguesias urbanas – Baguim do Monte, Fânzeres e São Pedro da Cova, Gondomar (São Cosme), Valbom e Jovim e Rio Tinto – desce de 0,382% para 0,372%, enquanto nos prédios urbanos localizados nas freguesias de menor densidade – Foz do Sousa e Covelo, Melres e Medas e Lomba – passa de 0,343% para 0,326%, assinala a autarquia do distrito do Porto.

No IMI, o valor para os prédios urbanos situa-se entre os 0,3% e os 0,45% (até aos 0,5% em alguns casos) e vai até aos 0,8% nos prédios rústicos. No comunicado, a autarquia explica que a redução verificada se vai traduzir numa diminuição da receita de cerca de 1,05 milhões de euros.

Segundo o município, este montante resulta da conjugação da aplicação do IMI Familiar e da manutenção das taxas diferenciadas por freguesia, representando uma opção fiscal, que abdica desta receita em benefício direto das famílias gondomarenses.

O desconto do IMI Familiar corresponde a 30 euros, para agregados familiares com um filho, a 70 euros, para agregados familiares com dois filhos e a 140 euros, para agregados familiares com três ou mais filhos.

Citado pelo comunicado, o presidente da autarquia, Luís Filipe Araújo afirma que a “redução do IMI é o reflexo de uma estratégia de governação assente na boa gestão financeira e na convicção de que é possível aliviar a carga fiscal das famílias sem comprometer a sustentabilidade das contas do município”.

O executivo da Câmara de Gondomar é composto por seis vereadores do PS, três da coligação PSD/IL e dois do Chega.

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