Trabalhadores da Lusa reivindicam aumento salarial de 150 euros em 2026
A proposta de caderno reivindicativo para 2026 foi apresentada pelos sindicatos e aprovada, em plenário, pelos trabalhadores da agência, com 86 votos a favor, três abstenções e sem votos contra.
Os trabalhadores da Lusa reclamam um aumento salarial de 150 euros e a revisão do valor das diuturnidades em 2026, segundo o caderno reivindicativo aprovado esta quinta-feira, e estão preocupados com a falta de informação sobre a reestruturação da agência.
A proposta de caderno reivindicativo para 2026 foi apresentada pelos sindicatos e aprovada, em plenário, pelos trabalhadores da agência, com 86 votos a favor, três abstenções e sem votos contra. Os trabalhadores exigem um aumento salarial de 150 euros, a revisão e a subida do valor das diuturnidades, a redução progressiva do horário de trabalho e o aumento do valor do índice 100 (base remuneratória) para 1.200 euros.
Os sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA) e dos Trabalhadores do Setor de Serviços (Sitese) foram assim mandatados a encetar negociações com o Conselho de Administração da empresa.
No plenário, os trabalhadores aprovaram também uma moção, através da qual se mostram preocupados com a falta de informação e consulta sobre o plano de reestruturação e modelo de governação da agência. Os trabalhadores da Lusa consideram necessário assegurar mecanismos que garantam a independência da agência, “designadamente face ao poder político”.
A moção foi aprovada com 76 votos a favor, duas abstenções e sem votos contra.
Em novembro, os trabalhadores da Lusa já tinham exigido conhecer as medidas que a administração propôs à tutela sobre o plano de reestruturação, quando o Estado passou a deter a totalidade do capital da Lusa e os ministros das Finanças e da Presidência aprovaram um projeto de novos estatutos da agência noticiosa que altera o modelo de governação.
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