Hoje nas notícias: “cheques” para elétricos, habitação e pacote laboral

  • ECO
  • 22 Dezembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A nova fase do programa dos apoios para a compra de veículos elétricos, que tem uma verba reforçada de 17,6 milhões de euros, terá efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2025. A subida dos preços das casas anula a poupança conseguida com a medida em apenas alguns meses. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.

Novos “cheques” pagam elétricos comprados desde o início do ano

A nova fase do programa de “cheques” para a compra de veículos elétricos tem uma “importante novidade”, nas palavras do Ministério do Ambiente e da Energia: o alargamento do apoio a veículos de emissões reduzidas já adquiridos, desde que tenham sido comprados novos a partir de 1 de janeiro de 2025. Segundo a tutela, as candidaturas arrancam a 29 de dezembro e estarão abertas até 12 de fevereiro de 2026, ou então “até que se esgote a dotação disponível”, que é de 17,6 milhões de euros. Para o próximo ano, está prevista a abertura de um novo programa de apoio aos veículos de emissões nulas com um valor de 20 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Subida de preços das casas anula poupança com isenção de IMT em poucos meses

Tendo em conta que a isenção de imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (IMT) e de imposto do selo na compra da primeira casa, medidas que constam do pacote do Governo para combater a crise da habitação, ajudam a fomentar a procura sem um correspondente aumento da oferta, fazendo subir ainda mais os preços das casas, o dinheiro que poderia ser poupado com o não pagamento do imposto é rapidamente absorvido pelo aumento dos preços. Segundo conclui um estudo conduzido por dois professores do departamento de economia do ISCTE-IUL, nos imóveis de valores mais elevados, a poupança é anulada no período de 15 meses, enquanto naqueles que tinham preços de base mais baixos, esse período cai para apenas três a quatro meses.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

“Espero que o pacote laboral chegue ao Parlamento com um acordo”

O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, espera que o pacote laboral chegue à Assembleia da República com um acordo em sede de concertação social, pois isso significaria que o Governo tinha entendido a realização da greve geral. Em entrevista ao programa “Conversa Capital”, da Antena 1 e do Jornal Negócios, o deputado socialista considera que “há um conjunto de alterações que ou caem ou provavelmente a UGT não dará acordo”. Para o PS, diz que “algumas das normas que são propostas são absolutamente inviáveis, desequilibradoras e promotoras de precariedade”, como é o caso da descriminalização do trabalho não declarado.

Veja a entrevista completa na Antena 1 (acesso livre)

Primeira volta das presidenciais deve ter vencedor menos votado de sempre

André Ventura, Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo destacam-se em relação a António José Seguro e a João Cotrim de Figueiredo na maior parte das sondagens, mas ainda não é claro quem serão os dois candidatos presidenciais que irão passar à segunda volta. No entanto, a menos de um mês da ida às urnas, ninguém duvida de que a sucessão de Marcelo Rebelo de Sousa só deverá ficar decidida na 2.ª volta — algo que só ocorreu em 1986 — e que o candidato que ficar à frente na 1.ª volta será o vencedor com menor número de votos de sempre. Aliás, a ausência de um favorito destacado nas sondagens torna possível que quem ficar em primeiro tenha um terço dos votos de Mário Soares em 1991, que foi eleito por 3.459.521 eleitores.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Empresas de António José Seguro faturam 1,8 milhões de euros

Desde que deixou a vida política ativa, em 2014, as empresas do ex-secretário-geral do PS e atual candidato presidencial (apoiado pelos socialistas), António José Seguro, faturaram 1,8 milhões de euros. A primeira firma, a Amarcor, começou atividade em 2017, três anos após ter deixado a liderança do PS. Dedica ao alojamento para turistas e tem como sócio o ex-deputado António Galamba, tendo este camarada de partido 5% do capital. Nos últimos oito anos, esta sociedade teve proveitos operacionais de 945.659 euros valor que corresponde às receitas com clientes até 2024. O resultado líquido da Amarcor é, naturalmente, mais baixo, já que inclui, por exemplo, os custos de mão-de-obra, salários e impostos — 151.336 euros.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

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