“A desinformação não vota, mas influencia” é a nova campanha da Comissão Nacional de Eleições

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A campanha de alerta para os perigos da desinformação é lançada pela Comissão Nacional de Eleições, no âmbito do processo eleitoral que decorre para a Presidência da República.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) lançou esta quarta-feira uma campanha para ajudar os cidadãos a identificar, prevenir e denunciar a desinformação em períodos eleitorais. O mote é “A desinformação não vota, mas influencia.

Lançada numa altura em que decorre a campanha eleitoral para a eleição do novo Presidente da República, “a campanha surge num contexto de aumento da desinformação durante atos eleitorais e da necessidade de proteger a integridade do processo democrático“, explica a entidade, em comunicado.

Os principais objetivos passam por:

  • alertar para os perigos da desinformação;
  • reforçar a literacia mediática e digital;
  • ajudar a identificar, filtrar e separar a informação da desinformação;
  • criar/informar sobre mecanismos simples de denúncia;
  • informar sobre procedimentos corretos e fontes credíveis;
  • e minimizar o impacto de conteúdos falsos nos diversos canais.

No âmbito desta campanha, a CNE criou um microsite que contém informação sobre como reconhecer os sinais de desinformação eleitoral e quais os passos necessários para avaliar a origem, conteúdo e contexto da informação.

Foram ainda disponibilizados canais seguros e confidenciais para reportar ações de desinformação eleitoral. Um deles é um formulário digital.

A divulgação da campanha é totalmente digital, sendo feita nas redes sociais da CNE – Instagram, Facebook, TikTok, X e Youtube — nas redes sociais de outros organismos dispostos à partilha, exemplo da ERC, assim como através de campanhas de paid media em social media e criação do microsite. Vinte e cinco por cento do total do orçamento e investimento em publicidade é direcionado à publicidade digital em órgãos de comunicação social regionais e locais.

A LPM Comunicação foi a agência escolhida, através de consulta prévia, pelo CNE para conceção e difusão da campanha. Foi a única empresa concorrente. O contrato é no valor de 32.800 euros, acrescido depois o IVA. O valor base da consulta foi fixado em 35 mil euros, dos quais 25 mil para a conceção e dez mil para a difusão.

(artigo atualizado no dia 8 de janeiro às 10h30, com informação sobre a agência responsável pela campanha, assim como dos meios em que a campanha vai estar presente)

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