Cotrim não vai votar Ventura na segunda volta. E lança movimento cívico-político

  • ECO
  • 23 Janeiro 2026

A escolha nesta segunda volta "é de facto péssima para os portugueses, entre alguém que quer Portugal que esteja parado e alguém que quer Portugal para trás", explicou Cotrim de Figueiredo.

“Não vou votar em Ventura. Isso é uma certeza”, revelou João Cotrim de Figueiredo, ex-candidato presidencial apoiado pela Iniciativa Liberal (IL), em direto na SIC Notícias, esta sexta-feira. No entanto, também não declarou se vai votar em António José Seguro ou em branco.

A escolha nesta segunda volta é de facto péssima para os portugueses, entre alguém que quer Portugal que esteja parado e alguém que quer Portugal para trás“, explicou.

Durante a entrevista, Cotrim de Figueiredo revelou ainda a criação do Movimento 2031. “É um movimento cívico-político, apartidário“, explica. Pretende com o movimento que “esses 900 mil votos que aderiram em massa a uma nova forma de fazer política não fiquem sem um sítio onde continuar a participar“. Na primeira volta das presidenciais, Cotrim ficou em terceiro lugar, com 16,01% dos votos.

João Cotrim de Figueiredo tinha já explicitado, no seu discurso no dia das eleições, que não tencionava “endossar ou recomendar” o voto na segunda volta, tal como tinha dito na reta final da campanha.

Apesar do partido ter anunciado que não ia apoiar nem António José Seguro nem André Ventura na segunda volta das presidenciais, várias já foram as figuras do partido a sinalizar o voto no candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS).

Na quinta-feira, a líder da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, declarava voto “sem entusiamos” em Seguro. Outras figuras do partido como o líder da banca parlamentar, Mário Amorim Lopes, Rodrigo Saraiva e Carlos Guimarães Pinto também declararam esse voto.

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