Kristin: AIP pede “adoção urgente de medidas extraordinárias” para empresas afetadas

Associação empresarial alerta para "danos relevantes" nas instalações, equipamentos e atividade, pedindo a intervenção do Executivo para assegurar a recuperação e preservas postos de trabalho.

A AIP – Associação Industrial Portuguesa manifestou a sua “profunda preocupação” com o impacto da depressão Kristin no tecido empresarial nas zonas mais afetadas e pediu ao Governo a “adoção urgente de medidas extraordinárias para apoiar as empresas afetadas pela depressão Kristin“, para evitar o encerramento de unidades produtivas e preservas postos de trabalho.

“Face à dimensão dos prejuízos verificados, a AIP apela ao Governo para a adoção urgente de medidas extraordinárias de apoio às empresas afetadas, de forma a assegurar uma recuperação célere da atividade económica, preservar postos de trabalho e evitar o encerramento de unidades produtivas essenciais ao desenvolvimento regional”, adianta a AIP, em comunicado.

Muitas empresas registaram danos relevantes nas suas instalações, equipamentos e atividade, enfrentando agora dificuldades acrescidas para retomar a normalidade, num contexto já exigente para a competitividade e sustentabilidade dos negócios.

AIP

A associação refere que “muitas empresas registaram danos relevantes nas suas instalações, equipamentos e atividade, enfrentando agora dificuldades acrescidas para retomar a normalidade, num contexto já exigente para a competitividade e sustentabilidade dos negócios”.

A entidade realça ainda, no mesmo comunicado, a sua “profunda preocupação com os impactos provocados pela depressão Kristin no tecido empresarial, com particular incidência nas regiões centro e sul do país, a mais afetadas”.

A depressão Kristin provocou mais de 5.000 ocorrências e levou o Governo a decretar esta quinta-feira o estado de calamidade nas zonas mais afetadas, após os pedidos de socorro por parte de muitos autarcas.

Num momento em que as autoridades continuam a trabalhar para repor a energia e as telecomunicações e limpar vias, a AIP propõe a constituição de grupos de trabalho entre a própria associação, as associações empresariais regionais e as CIM “para que sejam inventariados os prejuízos, discussão das medidas e monotorização da sua aplicação”.

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