Hoje nas notícias: UGT, Kristin e preço do calçado

  • ECO
  • 30 Janeiro 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A União Geral de Trabalhadores (UGT) está a preparar uma contraproposta com mais de 90 alterações à legislação laboral proposta pelo Governo. Quando foi anunciada a tese de suicídio, o corpo do banqueiro português Pedro Ferraz dos Reis ainda não estava no serviço de Medicina Legal do Hospital de Maputo, em Moçambique. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

Escolha o ECO como fonte preferida no Google

Escolher

UGT prepara contraproposta com mais de 90 alterações à legislação laboral

A União Geral de Trabalhadores (UGT) está a trabalhar numa contraproposta para a revisão da legislação laboral, com mais de 90 alterações, que será apresentada aos sindicatos na próxima semana, para depois das eleições presidenciais a enviar à ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho. O documento “extenso” inclui a melhoria de algumas das propostas do Governo, apresentadas em julho do ano passado, a exclusão de outras que a central sindical recusa e ainda novas medidas que não constam no anteprojeto. A última vez que a UGT se reuniu com o executivo de Luís Montenegro foi a 16 de dezembro, depois da greve geral (11 de dezembro).

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Polícia de Moçambique decreta suicídio antes de autopsiar corpo de banqueiro

Quando o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) moçambicano anunciou publicamente a tese de suicídio de Pedro Ferraz dos Reis, citando um alegado relatório da Medicina Legal, o corpo do banqueiro português ainda não tinha dado entrada naquele serviço especializado do Hospital Central de Maputo (HCM). Encontrava-se entre a morgue e o Serviço de Anatomia Patológica do estabelecimento e só entrou para a Medicina Legal no terceiro dia após a morte. Em média, são necessárias 72 horas (três dias) para elaborar um relatório exaustivo de autópsia num caso com as características da morte de Ferraz dos Reis, o que contradiz as conclusões anunciadas pelo SERNIC apenas 16 horas após o óbito. O corpo já está em Portugal e será sujeito a nova autópsia.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Preços do calçado em Portugal estão a cair há 17 anos

A evolução dos preços do calçado vendido em Portugal nos últimos 17 anos tem sido sempre de queda. Os dados detalhados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o Índice de Preços no Consumidor (IPC), analisados pelo Expresso, mostram que entre 2009 e 2025 a variação média anual do índice de preços relativo ao calçado foi sempre negativa. Em termos acumulados, se se comparar 2025 com 2008 — último ano em que a variação anual do índice de preços no consumidor relativo ao calçado foi positiva –, a queda é de 34%. Por comparação, no mesmo período, o índice geral de preços no consumidor em Portugal acumula uma subida de 33%.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Calamidade reacende urgência para ser criado fundo para catástrofes

Face às tempestades que têm assolado o país nos últimos dias, com dezenas de municípios em situação de calamidade, sobretudo em Leiria, Coimbra, Santarém e Lisboa, a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) volta a insistir “na necessidade de se encarar a problemática dos eventos extremos da natureza e dos riscos catastróficos de forma integrada” e a reiterar “a disponibilidade do setor segurador para colaborar e contribuir para a criação de um sistema que permita melhorar a proteção das pessoas e empresas e assim aumentar a resiliência e capacidade de recuperação das comunidades afetadas”. A Generali Tranquilidade reforça a ideia, dizendo que “a existência de um fundo para catástrofes permitiria reforçar uma lógica de prevenção, protegendo o património público e coletivo, que é património de todos”. “Um mecanismo deste tipo ajudaria a preparar o país para eventos cuja ocorrência é expectável, mesmo quando não é possível antecipar o momento exato em que acontecem”, acrescenta.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Obter certificado do registo criminal tornou-se quase milagre

Os serviços do Estado deixaram praticamente de conseguir emitir certificados do registo criminal, documento que comprova que determinada pessoa não tem cadastro — ou que o tem –, pondo em risco a apresentação de candidaturas a empregos e negócios de vulto. Era suposto a migração de dados do portal para um novo sistema de identificação criminal que está em curso ter causado apenas alguns atrasos, mas a maioria dos certificados pedidos continua por emitir, porque a plataforma informática em que assentam estes registos deixou de o permitir grande parte do tempo. Os funcionários dos tribunais, lojas do cidadão e outros espaços onde é prestado este serviço, pelo qual são cobrados cinco euros, só esporadicamente têm conseguido fornecê-lo aos utentes.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Hoje nas notícias: UGT, Kristin e preço do calçado

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião