Kristin: Forças Armadas com mais de mil militares no terreno

Mais de 200 viaturas, 23 máquinas de engenharia, geradores, helicópteros e um C-130 da Força Aérea foram igualmente disponibilizados.

Fonte: Imagem cedida pelo Exército Português.

As Forças Armadas têm mais de mil militares no terreno para ajudar a população dos concelhos afetados pela passagem da depressão Kristin. Mais de 200 viaturas, 23 máquinas de engenharia, geradores, helicópteros e um C-130 da Força Aérea foram igualmente disponibilizados.

“As Forças Armadas têm vindo a executar tarefas de desobstrução e limpeza de vias de comunicação, remoção de árvores e detritos, a fornecer apoio em alojamento e alimentação, fornecimento de energia, apoio sanitário, apoio logístico e operacional às autoridades locais, bem como o pré-posicionamento de motobombas e de equipas anfíbias para busca e salvamento e patrulhamento de presença e dissuasão”, informa esta segunda-feira o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), em comunicado.

No passado domingo, no Município de Figueiró dos Vinhos os militares estiveram envolvidos na “colocação de lonas para reparação provisória de coberturas, com o objetivo de mitigar, de forma imediata, os danos provocados pela tempestade, bem como a instalação de módulos de comunicações para fornecer conectividade na Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos e nas freguesias de Arega, Campelo e Aguda, contribuindo para repor comunicações essenciais e melhorar a capacidade de coordenação no terreno”, destaca o EMGFA.

Ao todo, desde 28 de janeiro estiveram “1.090 militares em apoio direto às populações”, não incluindo o “pessoal em alerta nem os militares envolvidos na preparação e apoio logístico aos módulos envolvidos”.

Em comunicado, o Exército Português refere que no domingo “manteve 375 militares empenhados no terreno e 281 militares em prontidão, perfazendo um total de 656 militares, em apoio às populações e às autoridades civis”, abrangendo quatro distritos (Santarém, Leiria, Coimbra e Castelo Branco) e 10 municípios, “assegurando ações de comando e ligação, engenharia, energia e iluminação, comunicações, limpeza e desobstrução, alojamento, vigilância e dissuasão, evacuação de pessoal e remoção de escombros”.

Fonte: Imagem cedida pelo Exército Português.

 

No domingo, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou que nos próximos dias deverão estar 2.000 a 3.000 militares envolvidos nas operações.

Meios no terreno

No terreno, refere ainda o EMFGA estão 211 viaturas e 23 máquinas de engenharia para desobstrução e limpeza de vias rodoviárias; tendo sido prestado apoio em termos de alojamento e alimentação a 150 pessoas, tendo sido disponibilizados 80 sacos cama.

“Existe ainda a disponibilidade de 1.860 camas em 15 unidades militares, e 1.562 refeições/dia em diferentes Unidades das Forças Armadas”, refere o EMGFA.

Fonte: Imagem cedida pelo Exército Português.

As Forças Armadas estão ainda a colaborar com a prestação de serviços de energia, com 12 equipamentos Starlink, havendo ainda duas equipas de operações anfíbias.

Ao nível dos apoios solicitados pela ANEPC e em preparação há “20 apoios em curso, a que se adicionam 14 em processamento, e que incluem desobstrução de vias, produção de energia, operações anfíbias (Busca e Salvamento), transporte de pessoas, bombagem de água, remoção/reboque de veículos, comunicações e alojamento e alimentação”, elenca o EMFA.

Adicionalmente,” estão disponíveis seis helicópteros e uma aeronave de transporte C-130 da Força Aérea”.

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