Fidelidade prevê avançar para a bolsa em 2027 a valer mais de 3 mil milhões
Maior seguradora portuguesa não esqueceu os planos para ir para a bolsa. Aponta operação para o início do próximo ano e procura uma avaliação superior a três mil milhões de euros.
A Fidelidade está a trabalhar numa possível ida para a bolsa no início do próximo ano, numa operação em que a seguradora procurará uma avaliação de mais de três mil milhões de euros, segundo avançaram fontes próximas do assunto à agência Bloomberg (acesso pago, conteúdo em inglês).
A seguradora detida pelos chineses da Fosun tem mantido conversações nas últimas semanas com bancos e potenciais investidores sobre uma eventual oferta pública inicial (IPO). A Fidelidade ainda não nomeou os assessores, mas a ideia passa por abrir o capital no início do próximo ano.
A Bloomberg sublinha que as discussões ainda estão numa fase inicial e que a Fidelidade pode não chegar a avançar para a bolsa. Nem a seguradora nem a Fosun prestaram declarações sobre o tema.
A Fosun pagou mil milhões de euros em 2014 por 80% da Fidelidade e detém agora cerca de 85%. Os restantes 15% estão nas mãos da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
A Fidelidade tinha apontado inicialmente o IPO para 2025, mas os planos atrasaram-se depois de ter abandonado a ideia de colocar a Luz Saúde na bolsa em 2024. Em vez disso, vendeu uma participação minoritária do grupo de hospitais aos australianos da Macquarie Group, por cerca de 310 milhões.
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