Obras na A1 em Coimbra mobilizam 33 camiões e 7.000 toneladas de material rochoso. Veja as imagens
Brisa avança com obras de estabilização no troço da A1 que ruiu na zona de Coimbra. Saiba quais os meios envolvidos na operação em que participam a Mota-Engil, a Geovia e a Perry da Câmara.
As obras de estabilização do troço da A1 que ruiu na zona de Coimbra envolvem 33 camiões a funcionar em regime contínuo, numa rotação de mais de 200 descargas. Até às 9h00 desta sexta-feira já tinham sido aplicadas sete mil toneladas de material rochoso.
O colapso de um dique no Mondego, devido às cheias, levou à queda de uma parte da autoestrada A1 no quilómetro 191. A Brisa já avançou com obras de estabilização, para evitar que haja mais danos nas duas faixas de rodagem.
Segundo informação apurada pelo ECO, as obras a cargo da Mota-Engil envolvem 33 camiões de transporte de material rochoso, que funcionam em rotação contínua, um camião-grua, dois porta máquinas, duas escavadoras giratórias, um buldózer, duas minipás carregadoras, e uma autogrua. Os trabalhos iniciaram-se na quinta-feira. Até às 9h00 desta sexta já tinham sido aplicadas 7.000 toneladas de material.
As obras, coordenadas pela Brisa, envolvem ainda a Geovia e a empresa de engenharia Perry da Câmara. Estão a ser acompanhadas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil e pelo gabinete do ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz.
A Brisa explicou na quinta-feira que “está a realizar trabalhos de estabilização do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, na A1, que se materializam em duas fases: a primeira, focada no sentido Norte-Sul e a segunda, focada no sentido Sul-Norte”.
Face aos danos causados na infraestrutura, a Brisa refere que “não é possível, para já, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação”, adiantando que “tem como prioridade garantir a segurança de trabalhadores e minimizar transtornos para os clientes”.
Como alternativa à A1, os condutores podem usar a A8/A17/A25 ou o IC2.
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