Hoje nas notícias: ajudas à TAP, tempestades e PTRR
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
A TAP tem de devolver 25 milhões ao Estado pelo atraso na venda da Cateringpor e da Spdh, permanecendo com um “teto” no número de aviões até junho, enquanto a SATA vai ter de reembolsar três milhões de euros por falhar a privatização. O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Pedro Pimpão, admite que há empresas que não conseguirão recuperar dos prejuízos provocados pelas tempestades das últimas semanas. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.
TAP e SATA obrigadas a devolver parte das ajudas de Estado
A TAP vai ter de devolver 24,99 milhões de euros ao Estado por ter falhado o prazo de venda das participadas Cateringpor e Spdh assumido com Bruxelas quando recebeu a “luz verde” para as ajudas públicas. O documento da Comissão Europeia sobre o processo de venda das duas empresas prevê que os 24,99 milhões sejam pagos até ao final de junho, período em que terá também de concretizar a venda dos 51% que detém na Cateringpor (que faz as refeições para os passageiros aéreos) e dos 49,9% da Spdh (empresa de assistência em terra que operava até há pouco tempo com a marca Groundforce). A SATA, por seu lado, terá de devolver três milhões de euros e manter um teto de 14 aviões na frota até à privatização, por não ter privatizado 51% ou mais do capital da Azores Airlines (que faz as ligações para fora do arquipélago) até ao final do ano passado, nem autonomizado e alienado o negócio de assistência em terra (handling).
Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)
ANMP alerta que há prejuízos das tempestades que são “irreversíveis”
O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) admite que há empresas que não conseguirão recuperar dos prejuízos provocados pelas tempestades que assolaram o país desde há quase um mês. “Não me parece que haja condições para recuperar na totalidade. Vai haver muitos prejuízos, alguns deles que são irreversíveis. Por isso, aquilo que deve ser feito é atenuar ao máximo, no sentido de garantir que a esmagadora maioria das empresas possa voltar a uma normalidade, que vai ser uma nova normalidade”, indica Pedro Pimpão, em entrevista ao programa “Conversa Capital”, do Jornal de Negócios e da Antena 1. O autarca de Pombal diz ainda recear que comece a acontecer o mesmo que aconteceu com os incêndios, em que muitas verbas dos apoios ainda não chegaram ao terreno: “Espero que não aconteça. Em 2017, quando foram os incêndios de Pedrógão Grande, na região de Leiria, de onde sou natural, acompanhei desde o primeiro dia aquele sentimento que numa fase inicial havia alguma generosidade nacional relativamente ao sofrimento daquele território e depois essa generosidade foi-se desvanecendo ao longo do tempo”.
Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
CIP: “Que o PTRR não se torne numa luta político-partidária”
O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) mostra-se agradado com as linhas gerais apresentadas pelo Governo para o programa “Portugal, Transformação, Recuperação e Resiliência” (PTRR), mas pede que a auscultação pública do plano não se transforme numa disputa entre partidos. “Apesar de não conhecermos nem orçamento, nem o programa de governance, nem as equipas de coordenação, é de assinalar que se coloca como uma prioridade e que vai obrigar a um aliar de esforços. Por isso, não é tempo para, mais uma vez, se assistir a uma discussão político-partidária”, afirma Armindo Monteiro. “Estamos a falar da vida das pessoas, de milhares de postos de trabalho que têm de ser recuperados rapidamente, que não podemos correr o risco de se tornarem em subsídio de desemprego. São negócios que têm, no imediato, mitigar esta catástrofe”, acrescenta.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)
Seguro evita ter socialistas na futura Casa Civil
António José Seguro vai evitar ter membros do PS na sua futura Casa Civil, numa tentativa de afirmar a sua independência como Presidente da República também na composição do órgão de apoio ao Chefe de Estado. De acordo com fontes do seu círculo mais próximo, as escolhas vão “certamente refletir a abrangência dos 3,5 milhões de pessoas que votaram nele” e que “a competência vai ser o critério, não o cartão partidário”. “É óbvio que ele [Seguro] vai querer afastar a ideia de que aquilo é uma secção do Largo do Rato”, refere um dos seus apoiantes. Para já, apenas o nome de Luís Sobral, antigo jornalista e ex-diretor-geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que já tinha sido o responsável pela comunicação durante a campanha, está confirmado na equipa do Presidente recém-eleito.
Leia a notícia completa no Observador (acesso pago)
Governo gasta 11 mil euros em maquilhagem e cabeleireiro
A Secretaria-Geral do Governo assinou um contrato, na passada quinta-feira, que prevê a “aquisição de serviços de maquilhagem e cabeleireiro para os membros dos gabinetes ministeriais nas conferências de imprensa”. Com um custo de 11.520 euros, o objetivo do acordo é “garantir a qualidade da imagem” de ministros e secretários de Estado, estando previstos realizar “50 serviços durante um ano, a serem prestados semanalmente”. No total, sairão dos cofres públicos 230,40 euros por cada vez que elementos do Executivo tenham de se preparar para falar aos jornalistas. A hora e o local são transmitidos aos profissionais com 24 horas de antecedência, se o trabalho acontecer em Lisboa, e 48 horas antes se for noutra qualquer localidade do país. O contrato inclui maquilhagem e desmaquilhagem de homens e mulheres, bem como cabeleireiro para estas últimas.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)
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