Seguradora Aegon Santander já pagou 35% dos sinistros Kristin

A seguradora ligada ao Banco Santander, e especializada em seguros de habitação, teve quase metade das participações através do canal digital, acelerando os processos de indemnização.

A Aegon Santander, seguradora que comercializa seguros exclusivamente através do Banco Santander, registou mais de 12 mil sinistros desde o início do ano e até 23 de fevereiro, sendo mais de metade diretamente associados ao comboio de tempestades que assolou Portugal desde 28 de janeiro.

“Apesar do acréscimo de ocorrências, a seguradora tem mantido um ritmo de regularização consistente”, comenta Tiago do Couto Venâncio, CEO da companhia que é uma joint venture entre a seguradora neerlandesa Aegon e o grupo espanhol Santander.

Após o dia 9 fevereiro foram participados cerca de 2 mil novos sinistros, dos quais 22% já apresentam pagamentos efetuados a Clientes”, acrescenta Tiago Venâncio, “nos processos comunicados nos últimos dias de janeiro, a proporção de sinistros com montantes pagos ronda já os 35%”.

A Aegon Santander atua exclusivamente na proteção de habitações, não desenvolvendo coberturas sobre riscos industriais ou de comércio e posiciona-se como a sexta maior seguradora no mercado português no ramo Incêndio e Outros Danos, onde se incluem os seguros multirriscos.

Canal digital serviu para quase metade das participações

O recurso ao canal digital, MyAegonSantander, assumiu um papel relevante nas participações “é responsável por cerca de 46% das participações de sinistros”, diz Tiago Venâncio. “Esta utilização tem permitido acelerar a comunicação de ocorrências, a análise de documentos, o acompanhamento do estado do processo e a tomada de decisão, mantendo em paralelo o acompanhamento através de equipas especializadas e da rede de balcões do Banco Santander”.

O pico da tempestade Kristin deu-se na noite de 27 para 28 de janeiro, quando atingiu com maior intensidade o centro de Portugal, especialmente a região de Leiria, com registo de rajadas de vento superiores a 200 km/h. O período crítico estendeu-se até 29 de janeiro quando a depressão desenvolveu no Atlântico Norte e impactou o território nacional com ventos extremos e chuva forte durante este período.

A Aegon Santander continuou a receber participações de sinistros ao longo de todo este mês e, para o CEO, “estes indicadores representam a dedicação de equipas que trabalham incansavelmente para responder ao aumento da sinistralidade e garantir o apoio necessário para reconstruir, recuperar e seguir em frente com confiança”, conclui.

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