Hoje nas notícias: IEFP, Hugo Soares e madeira
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Um diploma publicado na semana passada fez cessar a comissão de serviço de 330 dirigentes do IEFP, o que vai abrir a porta a novas nomeações e concursos. O líder da bancada parlamentar do PSD, Hugo Soares, revela em entrevista que será o PS a escolher o nome para a Provedoria de Justiça. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
Reestruturações fazem cair cerca de 330 dirigentes só no IEFP
Nas últimas semanas, o Governo tem publicado, em Diário da República, diplomas de reestruturação de vários organismos tutelados pelo Ministério do Trabalho que determinam a cessação automática das comissões de serviço dos dirigentes, abrindo a porta a novas nomeações e concursos. Só no caso do Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) caíram 330 dirigentes, com o decreto-lei que o reestrutura a estabelecer que “as comissões de serviço dos titulares de cargos dirigentes do IEFP cessam automaticamente, sem prejuízo de se manterem em funções até à conclusão do processo de reestruturação”, que o Governo estima que ocorra nos próximos meses. Na Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), no Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS), no Instituto de Informática (II), no Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFSS), na Direção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT) e no Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP), a consequência é a mesma.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)
Hugo Soares tira Chega da equação: novo provedor de Justiça será indicado pelo PS
O líder parlamentar do PSD diz estar confiante num acordo com o PS e o Chega “nas próximas semanas” para uma série de lugares que estão vagos, desde juízes do Tribunal Constitucional à Provedoria de Justiça. Em entrevista ao programa “Hora da Verdade”, uma parceria entre o Público e a Rádio Renascença, Hugo Soares adianta que serão os socialistas a indicar o nome para provedor de Justiça, deixando o partido de André Ventura fora da equação. Sobre o diálogo no Parlamento com estes dois partidos, recusa que seja mais difícil com o Chega: “Não têm sido mais difíceis com um do que com outro”. No entanto, critica as coligações negativas formadas entre ambos, como na isenção de portagens em ex-Scut, em que considera que fizeram “asneira da grossa”.
Leia a entrevista completa na Renascença (acesso livre)
Indústria sem capacidade para absorver madeira derrubada pelas tempestades
O presidente da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (Anefa), Pedro Serra Ramos, assume que está a haver “muita procura” pelos serviços de empresas florestais na sequência das tempestades que assolaram o país entre o final de janeiro e meados deste mês. Ao todo, serão “entre 1.200 e 1.300” a operar em Portugal. Numa altura em que procuram dar vazão a toda a madeira caída no solo, deparam-se, porém, com dois problemas: um é a dificuldade da indústria para armazenar todo o stock e a “falta de parques” para acolher tamanho volume de madeira; outro são as questões da “fitossanidade, associadas à madeira que está destruída” — porque, diz Pedro Serra Ramos, nestes casos de destruição de povoamentos florestais, “os insetos e as pragas e doenças são os primeiros a atacar”.
Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)
Mais de seis milhões para reparar 34 quartéis de bombeiros atingidos pelas tempestades
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) identificou pelo menos 17 quartéis (todos nos distritos de Leira, Santarém e Coimbra) que sofreram danos consideráveis na sequência das sucessivas tempestades nas últimas semanas. Além desses, foram identificados danos em mais 17 quartéis de bombeiros. O valor estimado para a reparação destas 34 instalações é de 6,6 milhões de euros, sendo que só no quartel de Leiria, o caso mais grave, os trabalhos deverão chegar aos 1,5 milhões de euros. O outro quartel com a situação mais grave é o de Pedrógão Grande, onde os bombeiros de serviço estão a pernoitar em tendas fornecidas pelo INEM.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)
Presidente da Câmara de Sines: “Governo não devia permitir que a refinaria fique nas mãos de uma empresa estrangeira”
O presidente da Câmara Municipal de Sines, Álvaro Beijinha, defende que “o Governo não devia permitir que a refinaria [da Galp, a única do país após o fecho de Matosinhos] fique nas mãos de uma empresa estrangeira”. Em entrevista ao Expresso, o autarca diz querer acreditar que nada vai mudar se o acordo com a espanhola Moeve (a antiga Cepsa) se concretizar, mas avisa que se trata de uma infraestrutura energética para a região e para o país. “A Galp diz que nada vai mudar e acredito que não há o risco de a refinaria sair daqui ou fechar. Se estão a investir nela, é para lhe prolongar o tempo de vida”, afirma. Já sobre o encerramento da central a carvão da EDP em Sines, Álvaro Beijinha diz que foi prematuro, embora reconheça que a transição energética tem de acontecer e com recurso a energias renováveis.
Leia a entrevista completa no Expresso (acesso pago)
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