“Se houver um IPO nós iremos analisar” reforço na Fidelidade, diz Paulo Macedo
Paulo Macedo não quis comentar a notícia do ECO relativa a possibilidade de reforçar a sua participação na seguradora. Mas se houver IPO, a Caixa vai analisar a oportunidade.
“Se houver um IPO, nós iremos analisar”. É assim que o líder da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, responde às questões sobre a possibilidade de o banco público reforçar a sua participação na seguradora Fidelidade.
Como o ECO avançou, a Caixa e a Fidelidade estão a discutir essa possibilidade. O banco tem uma participação de 15% e poderia reforçar até 30%, de acordo com a fonte ouvida pelo ECO.
Paulo Macedo afastou que estejam a decorrer negociações sobre o preço, mas não descarta o interesse. “Já dissemos há vários anos que víamos com interesse – e que a Fidelidade também já anunciou que será no ano que vem – que a Fidelidade fosse cotada na bolsa. Nessa altura, logo analisaremos”, afirmou aos jornalistas durante a conferência de apresentação dos resultados anuais.
“Mas também se houvesse alguma negociação também dizia que não havia, não é?”, disse.
O presidente da comissão executiva da Caixa lembrou que tem um acordo de comercialização dos seguros da Fidelidade. “Portanto, tudo o que acontece à Fidelidade é algo que nos interessa”, referiu. Nesse âmbito, revelou que está a trabalhar com a seguradora no sentido de aumentar a venda de seguros.
“Onde nós estamos mais empenhados é em aumentar a nossa fidelização dos clientes e o aumento de proveitos para ambas as entidades, para nós e para a Fidelidade em termos de seguros”, respondeu.
A Caixa anunciou esta quinta-feira lucros recorde de 1,9 mil milhões de euros em 2025, mais 10% em relação ao ano anterior.
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