Hoje nas notícias: exportação de drones, Azores Airlines e CCDR

  • ECO
  • 3 Março 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A venda de drones para a Ucrânia, sozinha, já rende mais a Portugal do que todas as vendas para a Rússia. A venda da Azores Airlines ao consórcio Atlantic Connect Group não vai passar, mas a SATA quer avançar com o “plano B” o mais rapidamente possível, de forma a terminar a privatização da maioria do capital da companhia aérea até ao fim do ano. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Exportação de drones para a Ucrânia já vale mais do que todas as vendas para a Rússia

Portugal tem intensificado a venda de drones para a Ucrânia desde o início da invasão russa. A venda destes equipamentos àquele país começou com quatro milhões de euros logo em 2022, passou para 23 milhões em 2023 e deu um novo salto para 33 milhões em 2024, com a Tekever a assumir-se como o maior exportador. Em 2025, porém, as vendas destes aparelhos dispararam para os 87,3 milhões. A evolução foi tão rápida que a venda de drones para a Ucrânia, sozinha, já rende mais a Portugal do que todas as vendas para a Rússia, que tem perdido importância de forma contínua: caiu um total de 16 posições no ranking das exportações de bens portuguesas desde 2019, de 34.º para 50.º. Já a Ucrânia, considerando o total de compras feitas a empresas portuguesas, deu um salto adicional de 110%, com a ajuda dos drones.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

SATA avança com plano B para venda da Azores Airlines

A venda da Azores Airlines ao consórcio Atlantic Connect Group não vai passar, mas a SATA quer avançar com o “plano B” o mais rapidamente possível, de forma a terminar a privatização da maioria do capital da companhia aérea até ao fim do ano. O CEO do grupo açoriano, Tiago Santos, diz que não há tempo a perder, mesmo que isso implique uma negociação direta com o mesmo grupo. O relatório final do júri do concurso chegou na semana passada, e a “recomendação é que se mantenha a primeira decisão”. “A audiência concedida ao consórcio privado não trouxe informações relevantes adicionais que tenham mudado o plano e a proposta de recomendação é para rejeitar”, afirma Tiago Santos. “O desafio é lançarmos o plano B, um novo processo. Ainda estamos a definir um modelo de privatização, ainda que já tenha sido anunciado que será em venda direta, portanto, equivalente àquilo que a TAP está a fazer”, disse.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Gestores públicos das CCDR custam 17 milhões de euros

Ao longo do mandato de quatro anos, os 37 gestores públicos das cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) — 32 vice-presidentes que somam aos cinco presidentes — vão custar quase 17 milhões de euros em salários e despesas de representação. O presidente da CCDR tem o salário equiparado ao do primeiro-ministro: ganha cerca de 8.978 euros brutos por mês, incluindo despesas de representação. Por sua vez, o vice-presidente da CCDR tem um ordenado equivalente a 90% do vencimento do presidente: recebe cerca de 8.080 euros brutos por mês, incluindo despesas de representação. Assim, a despesa com cinco presidentes totaliza 628.460 euros por ano, o que dá mais de 2,5 milhões de euros ao fim dos quatro anos de mandato, enquanto os encargos com os 32 vice-presidentes rondam os 3,62 milhões de euros por ano, pelo que a despesa total atinge cerca de 14,5 milhões de euros nesse período.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Receita com multas acelera para 87 milhões de euros com os novos radares

As receitas provenientes de multas do Código da Estrada cresceram 22,8%, de 70,6 milhões de euros em 2024 para 86,9 milhões de euros em 2025, impulsionadas por um aumento expressivo da fiscalização rodoviária e pela entrada em funcionamento de novos radares e sistemas automáticos de controlo de velocidade, segundo dados da síntese da execução orçamental de todo o ano passado. A fiscalização rodoviária aumentou 26,5% face a 2024, com destaque para a atuação da Guarda Nacional Republicana (GNR), cuja fiscalização através do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) registou um aumento excecional de 193,5%. Apesar deste crescimento, o montante ficou ainda abaixo do valor inicialmente inscrito no Orçamento do Estado para 2025, que previa receitas de 99,2 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Inteligência artificial recomenda casinos ilegais

Os principais chatbots de inteligência artificial (IA) promovem sites de jogos não licenciados e sugerem formas de contornar a autoexclusão de jogadores e a proibição imposta a menores de idade. A Meta foi a mais rápida a oferecer resultados, todos referentes a sites ilegais, sem qualquer tipo de aviso quanto à responsabilidade legal. Outras plataformas (Grok, Gemini, Copilot e ChatGPT) incluíram alertas, indicando que, em Portugal, os casinos que não oferecem verificação de identidade não são regulados pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ). Ainda assim, estes chatbots recomendam uma lista total ou parcialmente composta por sites ilegais.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

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