Depois do Pentágono, OpenAI quer fornecer IA à NATO
No encontro com os colaboradores, Altman admitiu que o timing do anúncio do acordo com o Pentágono foi desajustado passando uma mensagem de "oportunístico".
Depois de fechar um acordo com o Pentágono, a OpenAI quer fechar um acordo com a NATO para o modelo de inteligência artificial da empresa seja usada nas redes não classificadas da organização.
A informação foi avançada pelo CEO da empresa, Sam Altman, num encontro com funcionários reunidos na terça-feira após o anúncio de que a empresa iria dar acesso ao Pentágono aos seus modelos de IA “com garantias”, avançou o Wall Street Journal (artigo em inglês/acesso pago).
Na reunião, Altman afirmou que a empresa estava a analisar um contrato para implementação do modelo de IA em todas as redes classificadas da NATO, mas, posteriormente, um porta-voz da OpenAI precisou que a oportunidade na NATO era para redes não classificadas, refere o jornal.
A ligação da OpenAI ao Pentágono gerou controvérsia. Altman anunciou o acordo horas após de o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, ter classificado a concorrente Antrophic como fornecedor de risco, depois de a companhia não ter acedido ao Pentágono no acesso ao seu modelo de IA.
No encontro com os colaboradores, Altman admitiu que o timing do anúncio foi desajustado passando uma mensagem de “oportunístico”.
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