Hoje nas notícias: cerâmica, Oeno e lay-off a 100%
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
A indústria de cerâmica e a metalurgia temem “consequências preocupantes” da subida de preços do gás natural. Alguns dos lesados da Oeno conseguiram reaver o dinheiro investido em vinhos e whisky ao abrigo de um mecanismo britânico que obriga a banca do Reino Unido a reembolsar as vítimas de fraudes que envolvam o chamado pagamento por push autorizado. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
Cerâmica e metal temem impacto “muito significativo” da guerra no Médio Oriente
As indústrias da cerâmica e da metalurgia estão entre as que consomem mais gás natural. Face à recente alta dos preços deste combustível, na sequência do conflito alargado no Médio Oriente, as associações destes setores temem, por isso, fortes impactos. “Preocupa-nos bastante o impacto que esta nova situação de conflito com o Irão terá certamente no custo global da energia”, admite o vice-presidente executivo da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins (AIMMAP), Rafael Campos Pereira. “O custo de energia é há muito um custo de contexto para as nossas empresas, e com esta situação poderá ter consequências bastante mais preocupantes”, explica. Também o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) manifestou preocupação com o tema. “Conseguimos acomodar custos durante algumas semanas, outra coisa é se os preços dispararem” e essa subida for prolongada, afirmou Armindo Monteiro.
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Lesados da Oeno que pagaram através de contas britânicas conseguiram reaver investimento
Alguns dos lesados da corretora Oenofuture Limited, à qual compraram vinhos e whisky, pagando-os a partir de contas em bancos sediados no Reino Unido, através de fintechs ou aplicações financeiras (como por exemplo a Revolut), conseguiram reaver esses investimentos ao abrigo de legislação recente que obriga a banca daquele país a reembolsar as vítimas de fraudes que envolvam o chamado pagamento por push autorizado (em inglês, APP – Authorized Push Payment). O regime está em vigor no Reino Unido desde 7 de outubro de 2024 e substituiu uma espécie de acordo de cavalheiros, assinado por mais de uma dúzia de bancos britânicos, chamado The Contingent Reimbursement Model Code (CRM).
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Governo avalia lay-off a 100% e apoios a comércio local nas zonas afetadas
Na reunião desta terça-feira com os parceiros sociais, além de ter sido feito um balanço a respeito das negociações sobre a reforma laboral, foi também tema o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. Precisamente nesse âmbito, o Executivo prometeu avaliar a possibilidade de conceder apoios a fundo perdido a comerciantes afetados pelas tempestades e estudar o lay-off com salário pago na íntegra. O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, revela que alertou “com veemência para a necessidade de haver lay-off a 100%”, adiantando que o Governo “não descartou” essa possibilidade, tendo ficado de “analisar a questão”. João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), reivindicou apoios a fundo perdido para o comércio local nas zonas afetadas pelas tempestades, revelando que o ministro da Economia reconheceu que “é uma realidade” e que “o Governo está a estudar, neste momento, fazer alguma coisa nessa área”.
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O negócio dos orçamentos para reparar telhados e os esquemas para chegar aos apoios públicos
Mesmo tendo já passado um mês da tempestade Kristin, encontrar quem faça orçamentos e reparações na região de Leiria ainda é como achar uma agulha num palheiro. Além dos preços mais altos, os afetados deparam-se com pessoas que cobram até para orçamentar a reparação de um telhado, algo que não acontecia. Os valores que estão a ser cobrados para fazer orçamentos para reparar telhados rondam os 100 euros, quando são empresas, e os 40 euros pedidos por trabalhadores biscateiros. Há também quem esteja a aproveitar-se dos orçamentos apenas para pedir os apoios extraordinários anunciados pelo Governo e depois opte por fazer a reparação sozinho ou para meter algum dinheiro ao bolso, segundo relatam agentes locais.
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Ganharam milhões a emprestar juros ilegais e usavam crianças para ocultar fortuna
Um caso investigado pelo DIAP Regional do Porto acusa uma família de, ao longo de vários anos, ter concedido empréstimos com juros elevados a pessoas que passavam por dificuldades financeiras. As suspeitas incidem sobre uma mulher, dois filhos, as noras e ainda um amigo da família. Foram identificadas 25 vítimas, sendo que algumas delas perderam imóveis e carros para os arguidos, que tinham um gabinete na Póvoa de Lanhoso. Os crimes renderam aos suspeitos mais de 4,2 milhões de euros, dinheiro que chegou a ser ocultado em contas bancárias de três filhos menores dos suspeitos. O caso começou a ser investigado em 2014 e levou agora a que os cinco familiares, que têm entre os 37 e os 64 anos, e o amigo fossem acusados pelos crimes de usura, burla qualificada, falsificação de documentos e branqueamento de capitais.
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